O movimento “Acorda Brasil” surge num momento em que o país parece anestesiado pela banalização dos abusos, pelo relativismo moral e pela captura das instituições por projetos de poder.
Quando um jovem deputado como Nikolas Ferreira convoca a sociedade a acordar, ele não está propondo radicalismo, está propondo lucidez. Está lembrando que democracia não é silêncio, que cidadania não é submissão e que política não pode ser monopólio de uma elite ideológica.
“Acordar” hoje significa questionar narrativas prontas, defender a liberdade de expressão, exigir responsabilidade fiscal, respeito à Constituição e compromisso real com quem trabalha, produz e paga a conta do Estado.
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