Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Dólar atinge R$ 5,85, a maior alta desde o início de 2021
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 05:37

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Dólar atinge R$ 5,85, a maior alta desde o início de 2021
Economia

Dólar atinge R$ 5,85, a maior alta desde o início de 2021

O dólar comercial ultrapassou os R$ 5,85, a maior cotação no governo Lula; fatores incluem falta de cortes de gastos públicos e volatilidade do mercado.

última atualização: 1 de novembro de 2024 15:39
Redação OPMT
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Dólar atinge R$ 5,85, a maior alta desde o início de 2021
Compartilhar

Nesta sexta-feira, 1º de novembro, o dólar comercial superou a marca de R$ 5,85 às 13h02. Essa alta representa o maior valor nominal da moeda norte-americana durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acentua a volatilidade do mercado. O dólar comercial vem apresentando um movimento de alta significativo. No acumulado de outubro, a moeda registrou elevação de 6,13%, alcançando uma alta anual de 19,12%. Esta é a maior cotação registrada desde maio de 2020, quando o dólar chegou a R$ 5,84. Naquele ano, o recorde histórico foi alcançado em 13 de maio, quando a moeda bateu R$ 5,90, em meio aos desafios impostos pela pandemia de Covid-19. 

A cotação atual, além de refletir o cenário econômico global, é influenciada pela ausência de cortes de gastos públicos no Brasil, uma medida aguardada por analistas financeiros para conter a instabilidade.

Alta do dólar comercial após declarações do Ministro da Fazenda

O mercado reagiu de forma volátil à espera de medidas fiscais. A demora na implementação de um pacote de revisão de gastos, esperada desde o início do governo, tem contribuído para a falta de confiança dos investidores. 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comentou sobre a situação em um tom de minimização, respondendo que as perguntas dos jornalistas sobre o tema são uma “forçação boba”.

Ainda que Haddad tenha descartado a necessidade de uma ação imediata, a incerteza continua a pressionar a moeda. A expectativa era que o anúncio de revisão de gastos fosse feito ainda este mês, mas Haddad estará fora do país entre os dias 4 e 9 de novembro para compromissos na Europa. Com isso, qualquer medida significativa será adiada, ao menos, até o dia 11 de novembro, o que frustra os investidores que aguardavam mais clareza nas políticas fiscais.

Panorama Econômico no Brasil

Especialistas apontam que, enquanto o governo não implementar cortes de gastos públicos, o mercado financeiro continuará sujeito à volatilidade, com impactos na inflação e nos preços de produtos que dependem de insumos importados. A pressão sobre a moeda nacional, além de influenciar o custo de vida, também tem potencial para afetar negativamente o comércio exterior brasileiro.

A contínua valorização do dólar comercial preocupa analistas e investidores, que veem no atraso das medidas de austeridade um fator de risco. A falta de clareza sobre os próximos passos econômicos do governo leva a projeções incertas para o dólar no curto e médio prazo. 

No contexto atual, espera-se que o dólar comercial se mantenha em um patamar elevado enquanto a política fiscal brasileira não apresentar sinais de restrição de despesas.

Analistas ouvidos pelo OpiniãoMT, sugerem que, sem ajustes fiscais substanciais, o dólar poderá ultrapassar o recorde histórico registrado em 2020, em R$ 5,90. A oscilação da moeda impacta, também, o setor financeiro, que permanece atento às declarações do governo e aos movimentos do Banco Central.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Quase 2 milhões de empresas podem perder o Simples Nacional
Economia

Quase 2 milhões de empresas podem perder o Simples Nacional

24 de outubro de 2024
Bolsa em queda e fuga de capitais operação da PF contra Bolsonaro
Economia

Bolsa em queda e fuga de capitais após operação da PF contra Bolsonaro

18 de julho de 2025
Puxada pelos juros altos, economia desacelera e cresce apenas 0,5% no 2º trimestre
Economia

Puxada pelos juros altos, economia desacelera e cresce apenas 0,5% no 2º trimestre

18 de agosto de 2025
Economia

Após 24 anos, é finalmente fechado o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

6 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?