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OpiniãoMT > Blog > Justiça > STF Suspende julgamento sobre descriminalização do porte de drogas
Justiça

STF Suspende julgamento sobre descriminalização do porte de drogas

STF suspende julgamento sobre descriminalização do porte de drogas para uso pessoal, com cinco votos a favor e três contra. Saiba mais.

última atualização: 21 de junho de 2024 07:37
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
STF Suspende julgamento sobre descriminalização do porte de drogas
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O Supremo Tribunal Federal (STF) interrompeu o julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal nesta quinta-feira, 20 de junho. Até o momento, cinco ministros votaram a favor da descriminalização, três votaram contra, e uma nova vertente foi apresentada pelo ministro Dias Toffoli, que considerou que a legislação atual não classifica o porte de drogas para uso pessoal como crime. O julgamento será retomado na próxima terça-feira, 25 de junho.

Descriminalização do porte de drogas

O julgamento no STF sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal tem gerado intensos debates. A discussão principal gira em torno de como diferenciar juridicamente os usuários de drogas dos traficantes, uma questão que provoca insegurança jurídica. O ministro Dias Toffoli propôs que o Executivo e o Legislativo criem, em até 18 meses, uma política pública para solucionar essa questão.

Os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Alexandre de Moraes votaram pela descriminalização do porte de maconha para uso pessoal. Já André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Cristiano Zanin votaram contra. 

Gilmar Mendes: O relator do caso defende a descriminalização do porte de qualquer droga para consumo próprio, mas ajustou seu voto para focar apenas na maconha, propondo parâmetros para diferenciar tráfico de uso pessoal. 

Edson Fachin: Fachin declarou inconstitucional o artigo nº 28 da Lei de Drogas, exclusivamente em relação à maconha, destacando a necessidade de critérios para diferenciar usuários de traficantes.

Luís Roberto Barroso: Barroso propôs que a posse de até 25 gramas de maconha ou a plantação de até seis plantas fêmeas seja o critério para diferenciar usuário de traficante.

Alexandre de Moraes: Moraes sugeriu que pessoas flagradas com até 60 gramas de maconha ou com seis plantas fêmeas sejam consideradas usuárias.

Rosa Weber: Antes de se aposentar, Weber votou pela descriminalização, argumentando que a criminalização da conduta é desproporcional e prejudica a autonomia privada.

Votos contrários à descriminalização:

Cristiano Zanin: Nomeado pelo presidente Lula, Zanin foi o primeiro a votar contra, argumentando que a descriminalização poderia agravar problemas de saúde e segurança.

André Mendonça: Mendonça sustentou que a descriminalização deve ser feita pelo Legislativo e propôs um prazo de 180 dias para fixar critérios objetivos.

Kassio Nunes Marques: Acompanhando Zanin e Mendonça, Marques defendeu que a decisão cabe ao Legislativo e enfatizou os impactos sociais negativos da maconha.

A nova vertente de Toffoli

O ministro Dias Toffoli apresentou uma perspectiva inovadora ao afirmar que a legislação atual não define o porte de drogas para uso pessoal como crime. Toffoli exigiu que o Congresso e o Executivo criem uma política pública para diferenciar usuários de traficantes em até 18 meses. 

Ele criticou a falta de ação dos órgãos do Poder Público e destacou que a criminalização das drogas é baseada em preconceito e xenofobia.

Próximos passos

O presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, suspendeu o julgamento após o voto de Toffoli. A sessão será retomada na próxima terça-feira, 25 de junho, com os votos dos ministros Luiz Fux e Cármen Lúcia ainda pendentes. Os ministros também deverão definir critérios específicos, como a quantidade de maconha permitida para uso pessoal, para diferenciar usuários de traficantes.

O julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para uso pessoal no STF continua a ser uma questão complexa e controversa. Com cinco votos a favor e três contrários, além da nova perspectiva apresentada por Dias Toffoli, o desfecho ainda é incerto. A decisão final, prevista para ser retomada em breve, terá um impacto significativo nas políticas públicas sobre drogas no Brasil.

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