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7 de março de 2026 04:04

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > CPI do Crime Organizado pede quebra de sigilo fiscal da esposa de Moraes
Brasília

CPI do Crime Organizado pede quebra de sigilo fiscal da esposa de Moraes

Relator da CPI do Crime Organizado solicita quebra de sigilos da esposa de Moraes após contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master.

última atualização: 4 de fevereiro de 2026 16:58
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
CPI do Crime Organizado pede quebra de sigilo fiscal da esposa de Moraes
Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Imagem: Redes Sociais.
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O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), apresentou requerimentos que solicitam a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes. A medida foi protocolada após a revelação de um contrato milionário firmado entre o escritório da advogada e o Banco Master, levantando questionamentos sobre a origem e a finalidade dos recursos envolvidos.

Pedido de quebra de sigilos da esposa de Moraes

Segundo o senador Alessandro Vieira, o acordo firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 129 milhões, apresenta características que destoam dos padrões normalmente praticados no mercado jurídico. Para o relator, há indícios de que os pagamentos possam não corresponder a serviços compatíveis com o montante envolvido.

O parlamentar sustenta que os valores pagos chamam atenção pela magnitude e pela falta de parâmetros semelhantes em contratos do mesmo segmento. Diante disso, a CPI avalia a necessidade de aprofundar as investigações para verificar se os recursos possuem origem lícita ou se estariam ligados a práticas ilegais.

Relação com investigações sobre lavagem de dinheiro

No requerimento apresentado, o relator associa o caso às apurações da Operação Carbono Oculto, que investiga esquemas de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis e no sistema financeiro. Conforme o documento, há suspeitas de que o Banco Master tenha sido abastecido com recursos provenientes de fraudes e do tráfico de drogas, supostamente ligados à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

De acordo com Vieira, existe a possibilidade de que os repasses ao escritório da esposa de Moraes não representem receita operacional legítima, mas sim a inserção de valores de origem ilícita no sistema financeiro formal, o que pode caracterizar, em tese, o crime de lavagem de dinheiro.

Convocação para depoimento na CPI

Caso os requerimentos sejam aprovados pela maioria dos 11 integrantes da comissão, Viviane Barci de Moraes será convocada a prestar depoimento. Por se tratar de convocação, o comparecimento será obrigatório. A próxima reunião da CPI do Crime Organizado está prevista para a quarta-feira (11), quando os pedidos deverão ser analisados.

Escritório e instituto sob investigação

Além da quebra de sigilos da esposa de Moraes, o relator também solicitou medidas semelhantes em relação ao escritório Barci e Barci, aberto em setembro de 2025, pouco antes da liquidação do Banco Master pelo Banco Central. Para o senador, o surgimento da empresa nesse período levanta suspeitas de possível blindagem patrimonial ou redirecionamento de recursos.

Outro ponto de atenção da CPI é o Lex Instituto de Estudos Jurídicos, ligado à família do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Embora registrado como entidade voltada ao treinamento profissional, o instituto possui imóveis de alto padrão e veículos de luxo, o que, segundo Vieira, seria incompatível com a atividade econômica declarada.

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