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Leia: 12 por 7 ou 13 por 8? Confira as novas diretrizes que definem a pressão alta
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7 de março de 2026 05:01

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OpiniãoMT > Blog > Saúde > 12 por 7 ou 13 por 8? Confira as novas diretrizes que definem a pressão alta
Saúde

12 por 7 ou 13 por 8? Confira as novas diretrizes que definem a pressão alta

Diretrizes europeias redefinem pressão arterial entre 12/7 e 13/8 como "pressão elevada", antes do estágio de hipertensão.

última atualização: 16 de julho de 2025 15:28
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
12 por 7 ou 13 por 8? Confira as novas diretrizes que definem a pressão altas
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A pressão arterial deixou de ser classificada como normal quando situada entre 12 por 7 e 13 por 8, segundo as novas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC). A mudança, baseada em evidências científicas recentes, insere essa faixa em uma nova categoria chamada pressão elevada, destacando a importância do monitoramento contínuo para prevenir doenças cardiovasculares.

O que muda com a nova classificação da pressão arterial

As diretrizes atualizadas da ESC redefiniram os critérios que determinam os estágios da pressão arterial. Agora, os níveis entre 120 e 139 mmHg de pressão sistólica ou entre 70 e 89 mmHg de diastólica são enquadrados como pressão elevada. Essa mudança rompe com a categorização binária entre pressão normal e hipertensão, reconhecendo que os riscos à saúde começam antes do diagnóstico formal de hipertensão.

De acordo com o médico John William McEvoy, autor das diretrizes, essa nova abordagem visa refletir que o risco cardiovascular relacionado à pressão não é abrupto, mas progressivo. A análise contínua permite uma resposta mais precoce para evitar complicações

Evidências científicas apontam riscos progressivos

Estudos recentes demonstram que mesmo aumentos sutis na pressão arterial já estão associados a maiores riscos de doenças cardiovasculares. Isso inclui infartos, derrames, insuficiência renal e danos oculares. A cardiologista Aurora Issa, do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), destaca que manter uma pressão mais baixa, desde que com boa perfusão dos órgãos, é benéfico à saúde.

Embora a nova categoria de pressão elevada estabeleça parâmetros mais rígidos, especialistas alertam que valores abaixo da média, como 10 por 6, podem ser normais para pessoas sem sintomas. A cardiologista Ana Amaral, do Hospital Pró-Cardíaco, enfatiza que a avaliação deve considerar o quadro clínico completo de cada paciente.

Brasil deve adotar diretrizes semelhantes em 2025

Atualmente, as diretrizes brasileiras consideram a pressão 12 por 7 como normal. No entanto, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) já sinalizou que adotará mudanças similares às europeias no primeiro semestre de 2025. O cardiologista Fábio Argenta, membro da SBC, reforça que a alteração é baseada em evidências científicas e tem como objetivo alertar a população sobre o risco cardiovascular já presente a partir de níveis antes considerados normais.

Outra recomendação importante das novas diretrizes é a inclusão de medições domiciliares no processo de diagnóstico da pressão arterial. A medição no consultório passa a ser apenas uma triagem, sendo fundamental confirmar os resultados com métodos como a Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) ou a Monitorização Residencial da Pressão Arterial (MRPA).

O objetivo é reduzir erros causados por fenômenos como a “hipertensão do avental branco”, em que a presença do médico eleva artificialmente os valores. A medição em casa permite uma leitura mais fiel da realidade do paciente.

Os equipamentos utilizados nos métodos MAPA e MRPA podem ser encontrados em farmácias por valores entre R$ 100 e R$ 200. Enquanto o MAPA oferece medições a cada 20 minutos por 24 horas, a MRPA consiste em medições pela manhã e à noite, em repouso, durante cinco dias. Ambas as técnicas são consideradas confiáveis.

Impacto da pressão elevada na saúde pública

De acordo com relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada três adultos no mundo tem hipertensão, mas apenas metade sabe do diagnóstico. No Brasil, estima-se que 45% dos adultos são hipertensos, e 62% estão em tratamento.

A cardiologista Ana Amaral lembra que a hipertensão é uma condição silenciosa, que muitas vezes não apresenta sintomas evidentes. Por isso, é comum que pacientes permaneçam anos sem diagnóstico, o que aumenta o risco de complicações graves.

Em 2023, o Brasil registrou 386 mil mortes por doenças do aparelho circulatório, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). A OMS estima que 54% desses óbitos têm como principal fator de risco a pressão alta. Isso ressalta a urgência de medidas preventivas e da conscientização da população.

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