Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: China avalia comprar mais soja dos EUA e põe em risco as vendas do Brasil
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 07:04

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Agronegócio > China avalia comprar mais soja dos EUA e põe em risco as vendas do Brasil
Agronegócio

China avalia comprar mais soja dos EUA e põe em risco as vendas do Brasil

A China informou que estuda ampliar as importações de soja dos EUA e preocupa o as exportações do agronegócio brasileiro.

última atualização: 25 de agosto de 2025 17:10
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
China avalia comprar mais soja dos EUA e põe em risco as vendas do Brasil
Compartilhar

A soja continua no centro da disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos pelo mercado chinês. O embaixador da China em Washington, Xie Feng, destacou a necessidade de fortalecer a cooperação com os americanos no setor agrícola, mesmo diante da atual liderança brasileira no fornecimento da oleaginosa ao país asiático.

China entre Brasil e Estados Unidos na compra de soja

Atualmente, cerca de 70% da soja importada pela China tem origem no Brasil, enquanto os Estados Unidos respondem por pouco mais de 20%. Durante um evento em Washington, organizado pelo Conselho de Exportação de Soja dos EUA e pela Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais, Xie ressaltou que a commodity representa uma relação econômica estratégica para ambos os países.

Segundo o embaixador, a parceria agrícola entre China e Estados Unidos já trouxe benefícios globais, mas enfrenta desafios causados por tensões comerciais e políticas. Ele defendeu que a agricultura não seja usada como instrumento de disputas e afirmou que os produtores não devem arcar com os custos de guerras tarifárias.

A China é o maior importador mundial de soja, responsável por 61,1% das compras globais. A demanda é impulsionada pela produção de ração animal, essencial para os setores de suinocultura e avicultura. A produção interna cobre apenas 15% das necessidades do país, obrigando-o a depender em 85% de importações.

Em 2024, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas da China, o país desembolsou US$ 52,8 bilhões na aquisição de 105,03 milhões de toneladas da oleaginosa. O Brasil respondeu por 74,6 milhões de toneladas, equivalentes a 71,1% do total, enquanto os Estados Unidos forneceram 22,1 milhões de toneladas, cerca de 22%.

Impacto da queda nas exportações americanas

De acordo com o embaixador Xie Feng, as exportações agrícolas dos Estados Unidos para a China recuaram 53% no primeiro semestre de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior. A soja, especificamente, registrou queda de 51%. Ainda segundo a agência Reuters, Pequim não adquiriu nenhum carregamento americano da commodity para o quarto trimestre deste ano, refletindo os efeitos das tensões comerciais.

Durante seu discurso, Xie deu a entender que as vendas de soja americana devem ter peso nas negociações em andamento entre Washington e Pequim. Ele ressaltou que os dois países precisam “esclarecer mal-entendidos, fortalecer a cooperação e buscar consensos” para retomar um caminho de parceria estável.

O representante chinês também citou a possibilidade de ampliar áreas de colaboração, como agricultura de precisão, biotecnologia, irrigação sustentável e tecnologias inteligentes aplicadas ao campo, demonstrando que o interesse vai além da simples compra da oleaginosa.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Infestação de lagartas devastam pastagens e matam mais de 7 mil cabeças de gado em Roraima
Agronegócio

Infestação de lagartas devastam pastagens e matam mais de 7 mil cabeças de gado em Roraima

30 de junho de 2024
Safra 2024-25 promete recorde na produção de grãos, aponta Conab
Agronegócio

Safra 2024-25 promete recorde na produção de grãos, aponta Conab

10 de julho de 2025
Incêndio destrói 1,4 mil rolos de algodão em Santo Antônio do Leste
Agronegócio

Incêndio destrói 1,4 mil rolos de algodão em Santo Antônio do Leste [Vídeo]

27 de agosto de 2024
Exportação de trigo brasileiro deve chegar a 2,7 milhões de toneladas em 2024
Agronegócio

Exportação de trigo brasileiro deve chegar a 2,7 milhões de toneladas em 2024

26 de dezembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?