O ativista conservador Charlie Kirk, conhecido por seu apoio ao ex-presidente Donald Trump, morreu nesta quarta-feira (10) depois de ser baleado durante um evento na Universidade Utah Valley, nos Estados Unidos. Ele chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A morte causou grande repercussão entre lideranças políticas e movimentos conservadores no país.
Donald Trump lamenta a morte de Charlie Kirk
Pouco após a confirmação do falecimento, Donald Trump se pronunciou nas redes sociais. O ex-presidente declarou que Kirk era admirado por sua habilidade em dialogar com jovens norte-americanos. Em sua publicação na Truth Social, Trump enviou condolências à esposa do ativista, Erika, e a seus familiares, ressaltando que “Charlie era amado e admirado por todos”.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Charlie Kirk sentado em uma cadeira ao ar livre, discursando para estudantes, quando o disparo é ouvido. Nas imagens, ele cai imediatamente, enquanto os presentes no evento correm em busca de proteção. Seguranças particulares socorreram o ativista e o levaram para atendimento médico, mas ele não sobreviveu à cirurgia de emergência.
O diretor do FBI, Kash Patel, utilizou a rede X para comentar o caso. Ele afirmou que a agência federal acompanha a investigação sobre o tiroteio ocorrido na Universidade Utah Valley. Segundo Patel, as autoridades seguem monitorando a situação e oferecendo suporte às pessoas afetadas pelo crime.
Quem foi Charlie Kirk – ttrajetória e liderança conservadora
Nascido em 14 de outubro de 1993, em Illinois, Charlie Kirk fundou em 2012 a organização Turning Point USA (TPUSA), dedicada a aproximar jovens universitários de pautas conservadoras. O movimento se destacou pela defesa do livre-mercado e dos valores judaico-cristãos, consolidando Kirk como um dos principais nomes da nova geração conservadora nos Estados Unidos.

Além da atuação na TPUSA, Kirk comandava o The Charlie Kirk Show, programa de rádio e podcast em que abordava temas políticos sob a ótica conservadora. Sua visibilidade cresceu durante o governo Donald Trump, quando passou a ser uma das vozes mais influentes da direita jovem, ao lado de outros nomes como Ben Shapiro e Candace Owens.
A morte de Charlie Kirk, aos 31 anos, encerra de forma trágica a trajetória de um dos principais representantes do conservadorismo norte-americano da última década. O episódio, marcado pela violência em plena universidade, segue sob investigação das autoridades federais. Enquanto isso, lideranças políticas e apoiadores de sua causa prestam homenagens e destacam o legado deixado pelo ativista.

