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OpiniãoMT > Blog > Artigos > ARTIGO: A conduta de um Ditador
Artigos

ARTIGO: A conduta de um Ditador

última atualização: 28 de fevereiro de 2025 08:25
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Divulgação
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Josef Stalin foi o líder da União Soviética entre 1924 e 1953, consolidando um regime ditatorial marcado pelo culto à personalidade, pela repressão política e pelo controle absoluto do Estado sobre a sociedade. Ele ascendeu ao poder após a morte de Lenin e eliminou sistematicamente seus opositores, como Trotsky, consolidando sua autoridade por meio de expurgos, perseguições e um aparato estatal de vigilância e repressão.

Stalin utilizava métodos brutais para manter o controle. Através da NKVD (polícia secreta), organizou expurgos que resultaram na morte ou no envio de milhões de pessoas para campos de trabalhos forçados, os temidos gulags. Qualquer suspeita de dissidência era motivo suficiente para execuções sumárias ou prisões arbitrárias. O medo era um instrumento essencial de seu governo. Além disso, impôs uma censura rígida, controlando a mídia, a educação e a cultura, de forma a manter sua narrativa como verdade única.

Junto à população, Stalin projetava uma imagem de “pai dos povos e dos pobres”, alguém infalível e essencial para o progresso da nação. Esse culto à personalidade era sustentado por propagandas massivas que o apresentavam como um líder benevolente e onisciente. Enquanto isso, a realidade da fome, da repressão e do terror pairava sobre o povo soviético, que, mesmo sob privação e medo, era obrigado a demonstrar lealdade inquestionável ao regime.

Stalin representava um Estado onipresente, onde qualquer contestação era tratada com rigor extremo, e a interpretação da lei servia apenas ao interesse de quem estava no poder.

Em suma, seja por falta de informação, formação ou educação parece que a história não serviu de nada muito menos de aprendizado. Um povo pobre e sem instrução mantido em sua necessidade fisiológica continua sendo a vitima mais fácil de ser controlada pelo medo.

Diante do exposto cabe-nos ao menos uma reflexão para atual realidade que vive nosso país. Será que a semelhança de conduta de autoridades de certas cortes que hoje acumulam poder, intimidam opositores e utilizam o aparato estatal para calar críticos seria realmente mera coincidência ou não? Tire as suas conclusões.

 

*Haroldo Arruda Junior é professor Doutor em Filosofia e Analista Político.

 

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