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Leia: Após laudo médico, PGR se posiciona contra prisão domiciliar de Bolsonaro
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7 de março de 2026 04:04

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OpiniãoMT > Blog > Bolsonaro > Após laudo médico, PGR se posiciona contra prisão domiciliar de Bolsonaro
Bolsonaro

Após laudo médico, PGR se posiciona contra prisão domiciliar de Bolsonaro

PGR se manifesta contra prisão domiciliar de Bolsonaro após perícia médica indicar viabilidade de tratamento na unidade prisional.

última atualização: 21 de fevereiro de 2026 13:28
Redação OPMT
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5 Minutos de Leitura
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Procurador-geral da República, Paulo Gonet. Imagem: Redes Sociais.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou nesta sexta-feira (20) contra a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de reclusão por tentativa de golpe. A manifestação foi apresentada após a conclusão de uma perícia médica determinada no curso da execução penal no Supremo Tribunal Federal (STF).

A posição da PGR sobre o pedido de prisão domiciliar

O parecer da PGR foi encaminhado ao relator do caso no STF, ministro Alexandre de Moraes, que havia solicitado a análise tanto da defesa quanto do Ministério Público Federal a respeito do laudo pericial produzido recentemente.

A defesa de Bolsonaro protocolou, no último dia 11, pedido de prisão domiciliar em caráter humanitário. Os advogados sustentaram que o ex-presidente apresenta quadro de multimorbidade crônica, incluindo problemas cardíacos e respiratórios, além de sequelas decorrentes de cirurgias abdominais anteriores. Segundo os defensores, a condição clínica exigiria cuidados especiais, motivo pelo qual pleitearam a substituição da pena privativa de liberdade por prisão domiciliar.

Contudo, a Procuradoria-Geral da República destacou que o laudo médico foi claro ao afirmar que as enfermidades identificadas não exigem internação hospitalar nem estrutura incompatível com a unidade prisional atual. De acordo com o documento, o tratamento pode ser realizado no local onde Bolsonaro está custodiado.

A manifestação foi assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que também ressaltou decisões anteriores do Supremo sobre o mesmo tema.

Fundamentos apresentados pelo ministério público

No parecer encaminhado ao STF, a PGR relembrou que o ministro Alexandre de Moraes já havia indeferido pedidos semelhantes anteriormente. A negativa anterior considerou, entre outros pontos, a gravidade dos atos atribuídos ao ex-presidente e o entendimento de que houve descumprimento reiterado de medidas cautelares impostas ao longo do processo.

O documento reforça que não houve alteração significativa no quadro fático que justificasse uma revisão da decisão anterior. Ainda segundo o texto, a unidade onde Bolsonaro cumpre pena dispõe de atendimento médico permanente, com assistência 24 horas e apoio de unidade avançada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A Procuradoria sustentou que a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal reserva a prisão domiciliar para situações excepcionais, especialmente quando o tratamento médico indispensável não pode ser garantido no estabelecimento de custódia. No entendimento do órgão, esse cenário não está configurado no caso em análise.

Cumprimento da pena e transferência de unidade

Bolsonaro iniciou o cumprimento da pena no dia 25 de novembro, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, local onde já se encontrava preso preventivamente desde o dia 22 do mesmo mês.

Posteriormente, em 15 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes determinou a transferência do ex-presidente para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A unidade integra o Complexo Penitenciário da Papuda, na capital federal.

A cela destinada ao ex-presidente possui estrutura semelhante à ocupada por outros investigados e condenados em processos relacionados, como o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques. O espaço tem capacidade para quatro pessoas, porém, segundo as informações oficiais, será utilizado de forma exclusiva por Bolsonaro.

Análise técnica e próximos passos

Com a manifestação da PGR anexada ao processo, caberá ao relator da execução penal no STF avaliar os argumentos apresentados tanto pela defesa quanto pelo Ministério Público e decidir sobre o pedido de prisão domiciliar.

A análise deverá considerar o conteúdo integral do laudo pericial, as condições estruturais da unidade prisional, além dos precedentes já estabelecidos pela Corte em situações semelhantes. Até que haja nova decisão judicial, o ex-presidente permanece no local designado para o cumprimento da pena.

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