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Leia: Vereador de Cuiabá é preso durante operação que investiga suposto envolvimento dele com facção criminosa
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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Vereador de Cuiabá é preso durante operação que investiga suposto envolvimento dele com facção criminosa
Polícia

Vereador de Cuiabá é preso durante operação que investiga suposto envolvimento dele com facção criminosa

última atualização: 20 de setembro de 2024 09:31
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: Folhamax
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Sêmia Mauad/ Opinião MT

O vereador de Cuiabá, Paulo Henrique (MDB) foi preso pela polícia na manhã desta sexta-feira, dia 20 de setembro, durante mais uma fase da Operação Pubblicare que é desmembramento de outra: a Ragnatela. A polícia investiga a influência do parlamentar na liberação de licenças na Prefeitura da capital, para realização de shows em casas noturnas por facção criminosa.

O vereador foi preso e chegou de camburão a sede da Polícia Federal. Ele desceu da viatura da PRF, usada na operação, sem algemas.

Segundo a polícia, ele supostamente faria a interlocução entre o grupo criminoso e os agentes públicos e recebia, em contrapartida, dinheiro. Os investigados vão responder na Justiça pelos crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A ação foi deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/ MT).

Ao todo, 15 pessoas medidas cautelares estão sendo cumpridas, o que inclui prisão preventiva, sete mandados de busca e apreensão, sequestro de seis veículo, bloqueio de contas bancárias e até mesmo sequestro de um imóvel.

Outros nomes também da Administração Pública de Cuiabá são alvo e teriam envolvimento com uma facção criminosa, como o ex-fiscal da Secretaria de Ordem Pública, Rodrigo Anderson Rosa. Outros nomes incluem: José Marcio Ambrósio Vieira, José Maria de Assunção, Ronnei Antônio Souza da Silva, Maria Edinalva Ambrósio Vieira, Benedito Alfredo Granja Flores, Paulo Henrique Figueiredo.

A primeira fase da Operação Ragnatela foi realizada em junho deste ano e investigou núcleo de uma facção criminosa que faria lavagem de dinheiro do crime em casas noturnas.

Inclusive, na época, a polícia apurou que os criminosos chegaram a comprar uma casa noturna para realizar a prática de lavagem de dinheiro. Eles teriam pago R$ 800 mil reais pelo imóvel, pagos em dinheiro. Depois da aquisição do local, vários MCs conhecidos nacionalmente cantaram na casa noturna. Os shows eram pagos com dinheiro de facção criminosa. Estão envolvidos também promotores de eventos.

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