Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Brasil tem deflação em agosto de 0,02%, diz IBGE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Polymarket: governo proíbe site de apostas que mostrava Flávio Bolsonaro na frente
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO

25 de abril de 2026 07:18

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Brasil tem deflação em agosto de 0,02%, diz IBGE
Economia

Brasil tem deflação em agosto de 0,02%, diz IBGE

A Deflação em agosto é impulsionada por energia elétrica e alimentos, revela o IBGE. IPCA acumula alta de 4,24% em 12 meses.

última atualização: 10 de setembro de 2024 13:45
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Brasil tem deflação de 0,02% em agosto, diz IBGE
Compartilhar

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), principal indicador da inflação no Brasil, registrou uma leve deflação em agosto de 0,02%, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A deflação é significativa, pois indica uma desaceleração nos preços em relação ao mês anterior, que havia apresentado alta de 0,38%.

Deflação em agosto: principais fatores

Os principais responsáveis pela deflação em agosto foram os setores de Habitação e Alimentação, segundo o relatório do IBGE. No caso da Habitação, a queda foi motivada pela redução nos preços da energia elétrica residencial. 

A bandeira tarifária verde, implementada em agosto, eliminou cobranças extras nas contas de luz, revertendo o cenário anterior de bandeira amarela, que havia gerado aumento nos preços em julho. Essa mudança teve um impacto direto sobre o índice geral de preços, favorecendo a deflação observada no mês.

No setor de Alimentação e Bebidas, o recuo no custo da alimentação no domicílio foi um fator importante para o resultado de agosto. Essa foi a segunda queda consecutiva registrada para esse segmento. 

Entre os alimentos que mais contribuíram para a deflação, destacaram-se a batata inglesa, com uma redução de 19,04%, o tomate, com queda de 16,89%, e a cebola, que registrou uma diminuição de 16,85%. Esses itens sofreram forte influência das condições climáticas mais amenas durante o período, favorecendo a produção e a oferta no mercado.

Os vilões e heróis da deflação

A energia elétrica foi o maior destaque na queda dos preços. Com o retorno à bandeira verde, sem custos adicionais nas tarifas de energia, o setor residencial experimentou uma redução expressiva, revertendo a alta anterior provocada pela bandeira amarela. O gerente da pesquisa do IBGE, André Almeida, ressaltou que essa mudança tarifária teve um papel crucial na deflação de agosto.

No campo da alimentação, além dos produtos hortifrúti que tiveram maior oferta devido às condições climáticas, também foi observada uma maior estabilidade nos preços de alimentos processados. Isso ajudou a manter o IPCA em um patamar de estabilidade, contribuindo para que o índice fechasse o mês em deflação. 

Almeida também afirmou que o clima favorável impulsionou o ritmo de colheita, especialmente para produtos como batata, cebola e tomate, intensificando a safra e aliviando os preços no mercado.

Apesar da deflação em agosto, o IPCA acumula uma alta de 2,85% no ano. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação é de 4,24%, ficando levemente abaixo das expectativas dos analistas, que previam uma inflação anual de 4,29%. Para o mês de agosto, a expectativa era de uma leve alta de 0,01%, porém, a deflação de 0,02% surpreendeu o mercado.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

EconomiaPrefeitura de Várzea Grande

Comércio funcionará normalmente no feriado de Finados em Várzea Grande

1 de novembro de 2024
Quase 2 milhões de empresas podem perder o Simples Nacional
Economia

Quase 2 milhões de empresas podem perder o Simples Nacional

24 de outubro de 2024
Banco Central confirma vazamento de dados de chaves Pix de clientes da Caixa
Economia

Banco Central confirma vazamento de dados de chaves Pix de clientes da Caixa

9 de novembro de 2024
Juros do crédito rotativo chegam a 438,4% e atingem o maior nível em 2024
Economia

Juros do crédito rotativo chegam a 438,4% e atingem o maior nível em 2024

30 de outubro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?