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Leia: Justiça venezuelana decreta prisão imediata de Edmundo González, líder da oposição
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25 de abril de 2026 09:20

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OpiniãoMT > Blog > Mundo > Justiça venezuelana decreta prisão imediata de Edmundo González, líder da oposição
Mundo

Justiça venezuelana decreta prisão imediata de Edmundo González, líder da oposição

Edmundo González Urrutia, candidato da oposição na Venezuela, se esconde após mandado de prisão emitido pela Justiça venezuelana.

última atualização: 3 de setembro de 2024 17:20
Redação OPMT
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2 Minutos de Leitura
Justiça venezuelana decreta prisão imediata de Edmundo González, líder da oposição
O governo brasileiro negou que Edmundo González Urrutia esteja na Embaixada do Brasil. Imagem: Redes Sociais.
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Edmundo González Urrutia, candidato da oposição na Venezuela, está atualmente escondido após a emissão de uma ordem de prisão pela Justiça venezuelana. A situação política no país se agrava enquanto González, que ignorou três intimações para depor, busca proteção.

Ordem de prisão e acusações

A Justiça venezuelana emitiu um mandado de prisão contra Edmundo González Urrutia na tarde desta segunda-feira (2). O promotor Luis Ernesto Dueñez acusa González de usurpação de funções, falsificação de documentos públicos, incitação à desobediência às leis, conspiração e outros crimes. A ordem foi emitida após González não comparecer a três intimações para depor.

José Vicente Haro, advogado de González, declarou à rádio colombiana La W Radio que seu cliente está se movendo de casa em casa para garantir sua segurança. A situação é crítica, e ele precisa tomar medidas extremas para proteger sua vida.

O governo brasileiro negou que Edmundo esteja na Embaixada do Brasil. Com a Venezuela tendo rompido relações com muitos países vizinhos após as eleições, as opções de refúgio na América Latina são limitadas. Analistas e jornalistas especulam que Edmundo possa estar escondido em uma embaixada europeia.

Edmundo González garante que venceu as eleições 

A crise política na Venezuela continua a se deteriorar sob a liderança de Nicolás Maduro. Segundo a oposição, ele venceu as eleições com mais de 60% dos votos, e as cópias das atas foram publicadas online. No entanto, o governo de Maduro alega que esses documentos são falsificados.

Autoridades brasileiras consideram que a ordem de prisão contra González fecha a janela de oportunidade para uma negociação entre a ditadura de Maduro e a oposição. Um pronunciamento oficial do Brasil é esperado ainda nesta terça-feira (3). O comunicado deverá destacar a sinalização política negativa da prisão de um candidato presidencial.

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