Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Protestos na Venezuela: quatro mortos e centenas de presos em manifestações contra Maduro
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Doença de Newcastle: 5 países restringem produtos avícolas do Brasil
EUA cria escritório antidrogas no Paraguai para monitorar facções
Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão e mama
Lula e Flávio Bolsonaro autorizam abertura de sigilos bancários, fiscais e telefônicos
Após 19 anos, Brasil volta a ser devedor internacional, aponta BC

23 de outubro de 2026 03:04

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Mundo > Protestos na Venezuela: quatro mortos e centenas de presos em manifestações contra Maduro
Mundo

Protestos na Venezuela: quatro mortos e centenas de presos em manifestações contra Maduro

Até o momento já são 4 mortos, 749 presos e 44 feridos em protestos na Venezuela contra a vitória de Nicolás Maduro. Detalhes e atualizações sobre a crise.

Redação OPMT
Publicado em: 30 de julho de 2024
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Protestos na Venezuela - quatro mortos e centenas de presos em manifestações contra Maduro
Manifestantes em Caracas enfrentaram a repressão das forças de segurança. Imagem: Matias Delacroix/AP.
Compartilhar

Desde esta segunda-feira (29), a Venezuela tem sido palco de intensas manifestações contra o resultado das recentes eleições presidenciais, que declararam Nicolás Maduro como vencedor. A situação tem gerado uma onda de protestos em diversas cidades do país, resultando em quatro mortes, 749 prisões e 44 feridos, conforme relatado por várias ONGs locais.

Protestos na Venezuela

Os manifestantes tomaram as ruas para expressar sua indignação com a vitória de Maduro, em meio a alegações de fraude eleitoral e apelos internacionais por transparência na contagem dos votos. A oposição, representada por figuras como María Corina Machado e Edmundo González, organizou protestos significativos, incluindo um em frente à sede da ONU em Caracas.

De acordo com a ONG Pesquisa Nacional de Hospitais, que monitora a crise hospitalar na Venezuela, as mortes ocorreram em Caracas e Aragua. A ONG Foro Penal, que defende presos políticos, relatou uma morte adicional em Yaracuy. Ao todo, 749 pessoas foram presas durante os confrontos com as forças de segurança, segundo informações da agência de notícias AFP.

https://opiniaomt.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Kjun3_SKpdrdm1IT.mp4

 

A comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos, questiona a legitimidade dos resultados eleitorais que favoreceram Maduro. Em resposta, Edmundo González expressou solidariedade ao povo venezuelano em suas redes sociais, destacando a indignação justificada da população.

Confrontos e repressão

Manifestantes em Caracas enfrentaram a repressão das forças de segurança, incluindo homens mascarados e armados que bloquearam o caminho dos protestantes. Gritos de “liberdade” e “vai cair, vai cair, este governo vai cair” ecoaram pelas ruas. Protestos semelhantes ocorreram em outras regiões da capital e em cidades como Coro e Maracay, onde foram relatados o uso de gás lacrimogêneo pelas autoridades.

Os protestos na Venezuela têm sido amplamente documentados nas redes sociais, com manifestantes queimando cartazes de campanha de Maduro e utilizando bandeiras, panelas e instrumentos de percussão para amplificar seus gritos de protesto. Em Petare, uma das maiores favelas de Caracas, milhares de pessoas se reuniram sob a chuva, clamando pelo fim do governo.

Reação do Governo

O governo venezuelano, através de seus canais oficiais, proclamou a vitória de Nicolás Maduro, alegando que obteve a maioria dos votos válidos. No entanto, pesquisas independentes de boca de urna sugeriram uma vitória significativa da oposição, liderada por González e Machado, levantando dúvidas sobre a transparência do processo eleitoral.

A crise na Venezuela continua a se intensificar à medida que a população desafia os resultados eleitorais e a legitimidade do governo de Nicolás Maduro. Com a comunidade internacional observando de perto e os manifestantes mantendo a pressão nas ruas, a situação permanece volátil e imprevisível.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Congresso do Peru derruba a presidente de esquerda Dina Boluarte por corrupção
Mundo

Congresso do Peru derruba a presidente de esquerda Dina Boluarte por corrupção

10 de outubro de 2025
Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã
Mundo

Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã

23 de julho de 2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 19, uma nova ofensiva econômica contra o Irã, ampliando a pressão sobre o governo de Teerã em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo o líder norte-americano, países, empresas e instituições que mantiverem relações ou prestarem algum tipo de apoio ao governo iraniano poderão enfrentar sanções e outras consequências econômicas. Trump anuncia novas medidas contra o Irã Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que os Estados Unidos iniciaram uma operação econômica de grandes proporções contra o Irã. O presidente declarou que a estratégia tem como objetivo ampliar o isolamento financeiro do país e pressionar suas autoridades a interromper determinadas atividades. De acordo com Trump, instituições financeiras, empresas, aeroportos e órgãos governamentais de outros países que oferecerem suporte ao Irã também poderão ser atingidos pelas medidas anunciadas por Washington. Petróleo e movimentações financeiras entram na mira Entre as atividades citadas pelo presidente norte-americano estão o contrabando de petróleo, operações de transferência de recursos, registros de embarcações e utilização de empresas de fachada. Trump também pediu que países aliados dos Estados Unidos participem do esforço para aumentar o isolamento econômico de Teerã. Segundo o presidente, as medidas pretendem reduzir a capacidade do governo iraniano de financiar suas atividades dentro e fora do país. O líder norte-americano também afirmou que o setor militar iraniano sofreu fortes perdas durante o conflito. Na avaliação apresentada por Trump, estruturas de produção foram destruídas, enquanto a moeda do país teria perdido grande parte de seu valor. Irã reage às ameaças de Washington A escalada das medidas anunciadas pelos Estados Unidos ocorre após uma série de confrontos e ações de pressão contra o governo iraniano. Entre as iniciativas mencionadas está um bloqueio naval destinado a aumentar a pressão sobre Teerã. No início da semana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, criticou a estratégia adotada pelos Estados Unidos. Segundo ele, Washington recorre repetidamente a sanções econômicas quando os esforços diplomáticos não apresentam resultados. A declaração foi feita em meio ao aumento das ameaças entre os dois países e à intensificação das medidas econômicas contra o governo iraniano. Países do Golfo também são ameaçados Autoridades do Irã também fizeram alertas nesta quarta-feira, 19, direcionados a países do Golfo que eventualmente decidam colaborar com os Estados Unidos. A advertência ocorre em um momento de elevada tensão regional, principalmente devido à importância estratégica do Estreito de Ormuz para o transporte internacional de petróleo e outros produtos energéticos. Emirados Árabes Unidos rompem relações econômicas com o Irã No contexto da crise, os Emirados Árabes Unidos, considerados um importante aliado dos Estados Unidos na região, anunciaram o rompimento de seus vínculos econômicos e financeiros com o Irã. As autoridades emiradenses justificaram a decisão citando o aumento das ações militares iranianas, incluindo ataques realizados com mísseis. Desde o início do conflito, o governo iraniano também tem buscado apoio por meio de grupos e aliados regionais. Paralelamente, Teerã mantém relações próximas com potências como China e Rússia, que possuem interesses estratégicos e econômicos na região. Estreito de Ormuz aumenta tensão internacional Outro ponto de preocupação envolve o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas utilizadas para o transporte de petróleo no mundo. A região ganhou ainda mais importância durante a atual escalada de hostilidades. Na segunda-feira, 17, Trump afirmou que poderia realizar ataques contra Omã caso o país dificultasse a reabertura da passagem estratégica. A declaração acrescentou uma nova dimensão às tensões diplomáticas e militares na região. Apesar da postura de confronto adotada nas declarações recentes, o presidente dos Estados Unidos também afirmou que Washington poderá voltar a negociar com Teerã no futuro.
Mundo

Trump inicia guerra econômica contra o Irã e ameaça países que os apoiarem

20 de agosto de 2026
Israel elimina Yahya Sinwar, líder do Hamas e mentor dos ataques de 7 de outubro
Mundo

Israel elimina Yahya Sinwar, líder do Hamas e mentor dos ataques de 7 de outubro

17 de outubro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?