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7 de março de 2026 05:50

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OpiniãoMT > Blog > Mundo > Fim da Guerra: Rússia e Ucrânia negociam um acordo de paz
Mundo

Fim da Guerra: Rússia e Ucrânia negociam um acordo de paz

Após mais de dois anos de guerra, a Rússia busca retomar negociações de paz com a Ucrânia, sinalizando novas possibilidades diplomáticas.

última atualização: 27 de julho de 2024 13:55
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
Fim da Guerra: Rússia e Ucrânia negociam um acordo de paz
O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, disse que os russos estão abertos a conversar com Zelensky. Imagem: Redes Sociais.
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A possibilidade de encerrar a guerra contra a Ucrânia voltou a ser considerada pela Rússia. Após dois anos e cinco meses de intensos conflitos, fontes próximas ao Kremlin e ao Ministério da Defesa relataram discretas iniciativas para retomar as negociações de paz, interrompidas desde 29 de março de 2022.

Negociações de Paz por parte da Rússia

Recentemente, surgiram sinais públicos dessa movimentação, apesar das diferenças de abordagem entre russos, ucranianos e possíveis mediadores ainda serem significativas. 

De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, publicada na sexta-feira 26, um observador próximo ao poder russo afirmou que o presidente Vladimir Putin não estava blefando ao propor termos para acabar com a guerra. Putin exigiu a neutralidade da Ucrânia, o desarmamento do país e o controle das quatro regiões anexadas ilegalmente em setembro de 2022: Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhzhia.

Diplomatas e especialistas acreditam que Putin poderia aceitar menos, desde que isso não sugira uma derrota militar. Um consultor da cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Washington declarou que a aliança militar considera inevitável alguma cessão territorial por parte de Kiev, mas essa concessão não deve parecer uma derrota para a Ucrânia. 

Dois generais destacaram que os militares ucranianos são mais flexíveis nas negociações do que a retórica do presidente Volodymyr Zelensky sugere.

Atualmente, Putin controla cerca de 20% da Ucrânia. O temor em Kiev e no Ocidente é que ele use um cessar-fogo para se rearmar. O ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, declarou que a Otan deve se preparar para um conflito com a Rússia em até cinco anos. A falha na contraofensiva ucraniana em 2023 deu a iniciativa a Moscou, com avanços diários no leste da Ucrânia. No entanto, a Rússia enfrenta perdas significativas de material bélico, esgotando seus estoques soviéticos.

Produção de mísseis Russos

Apesar das dificuldades, a produção russa de mísseis está aumentando e a artilharia mantém uma vantagem significativa sobre a ucraniana. A ação em Kharkiv drena energia das forças ucranianas, que triplicaram seu contingente na região, abrindo brechas em outras frentes de batalha. 

O apoio ocidental, após um período de indecisão nos Estados Unidos, sugere um reforço para Kiev — embora não suficiente para interromper o conflito, mas talvez para equilibrá-lo.

Putin parece buscar um empate. Se congelar o conflito com as fronteiras atuais, poderá apresentar isso como uma vitória ao público russo. O apoio à guerra ainda é significativo, mas pesquisas do Centro Levada indicam um crescente interesse por negociações de paz. Recentemente, houve conversas indiretas entre russos e norte-americanos, confirmadas por Moscou.

Viktor Orbán e o “Tour da Paz”

O premiê húngaro, Viktor Orbán, aproveitou seu semestre como presidente temporário da União Europeia para promover um “tour da paz”. Ele visitou líderes como Zelensky, Putin, Xi Jinping e Donald Trump. Durante a viagem a Moscou, ouviu os termos de Putin e repassou-os aos líderes europeus, que o criticaram publicamente.

Um sinal significativo foi a visita do chanceler ucraniano Dmitro Kuleba à China, onde seu homólogo Wang Yi afirmou que Kuleba está disposto a negociar. O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, saudou essa disposição e afirmou que os russos estão abertos a conversar com Zelensky. 

Zelensky também sinalizou interesse em discutir com Putin. O ucraniano planeja uma segunda cúpula de paz, desta vez convidando Moscou. Esse caminho ainda é incerto, mas indica um movimento nas negociações diplomáticas enquanto Rússia e Ocidente continuam em conflito.

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