Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Acusada de corrupção, desembargadora é aposentada com salário de R$ 39,7 mil
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Homem de 35 anos é baleado por policial penal durante entrega de celular perdido no bairro CPA IV, em Cuiabá; VEJA VÍDEO
Ananias defende vice com papel de gestão efetiva no PL e aponta aprendizado com atritos municipais para definir chapa ao Governo
Câmara dos EUA aprova US$ 95 bilhões para guerra contra o Irã
Petróleo ultrapassa US$ 100 com escalada da guerra entre EUA e Irã
Wellington Fagundes compreende afastamento de prefeitos do PL; VEJA VÍDEO

24 de julho de 2026 00:49

OpiniãoMT > Blog > Brasil > Acusada de corrupção, desembargadora é aposentada com salário de R$ 39,7 mil
Brasil

Acusada de corrupção, desembargadora é aposentada com salário de R$ 39,7 mil

O Tribunal de Justiça da Bahia decretou a aposentadoria compulsória da desembargadora Ilona Márcia Reis, ré na Operação Faroeste, aos 75 anos.

Redação OPMT
Publicado em: 16 de julho de 2024
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Ilona Márcia Reis, que completou 75 anos recentemente. Imagem: TJ/BA.
Compartilhar

O Tribunal de Justiça da Bahia decretou, na tarde desta segunda-feira, 15 de julho, a aposentadoria compulsória da desembargadora Ilona Márcia Reis, que atingiu a idade de 75 anos. A magistrada é ré na Operação Faroeste, sendo acusada de envolvimento na venda de decisões judiciais em troca de propinas no valor de R$ 800 mil.

Aposentadoria compulsória da Desembargadora ré na Operação Faroeste

Ilona Márcia Reis, que completou 75 anos recentemente, foi aposentada compulsoriamente, conforme decisão do Tribunal de Justiça da Bahia. Mesmo afastada do cargo desde dezembro de 2020, Ilona continuará recebendo um subsídio mensal de R$ 39,7 mil enquanto responde às acusações de associação criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A desembargadora está envolvida na Operação Faroeste, que investiga a venda de decisões judiciais em troca de propinas.

Com a aposentadoria, a expectativa é que o caso de Ilona seja transferido para a Justiça do Estado da Bahia, pois ela perde o foro privilegiado perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A mudança de jurisdição ainda será discutida pela Corte, que avaliará a transferência do processo.

Acusações por venda de setenças

Ilona tornou-se ré na Operação Faroeste após o julgamento da Corte Especial do STJ, realizado em 5 de junho. A magistrada estava afastada do cargo desde dezembro de 2020, quando foi alvo de uma fase ostensiva da investigação que culminou em sua prisão, ordenada pelo ministro do STJ, Og Fernandes.

A desembargadora é acusada de vender decisões judiciais em três processos relacionados a imóveis no oeste da Bahia. A investigação destacou movimentações bancárias suspeitas e a descoberta de minutas de decisões em posse de um advogado e um ex-servidor do Tribunal de Justiça da Bahia, antes dos julgamentos pela Corte estadual.

A aposentadoria de Ilona foi questionada pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, que argumentou que o pedido de aposentadoria voluntária, feito no mesmo mês em que a magistrada foi denunciada, parecia ser uma estratégia para evitar a condenação. 

Em 2023, a Corte Especial do STJ barrou a aposentadoria compulsória de Ilona, argumentando que poderia atrasar o processo devido à perda do foro privilegiado da magistrada.

Posicionamento do Ministro Og Fernandes

No julgamento, o ministro Og Fernandes destacou que transferir o caso para a Justiça estadual poderia dificultar a prestação jurisdicional e que conceder a aposentadoria antes de uma condenação impediria a perda do cargo, devido à ausência de previsão legal específica para cassação da aposentadoria como consequência de uma decisão condenatória. 

Ele afirmou que conceder a aposentadoria voluntária à magistrada seria “premiá-la” por uma conduta altamente repreensível, o que poderia gerar um sentimento de impunidade e injustiça, além de potencializar o descrédito nas instituições públicas, especialmente no Poder Judiciário.

O desfecho do julgamento poderá trazer implicações importantes para a jurisprudência e para o combate à corrupção no país, refletindo a importância de um sistema judiciário justo e íntegro.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Governo do RS nega ter recebido doação de R$ 10 milhões de Madonna
Brasil

Governo do RS nega ter recebido doação de R$ 10 milhões de Madonna

8 de maio de 2024
Após boicote, Presidente do SBT divulga carta aberta aos espectadores
Brasil

Após boicote, Presidente do SBT divulga carta aberta aos espectadores

15 de dezembro de 2025
Grave acidente na MG-223 entre Araguari e Tupaciguara deixa 10 mortos e vários feridos
Brasil

Grave acidente na MG-223 entre Araguari e Tupaciguara deixa 10 mortos e vários feridos

8 de abril de 2025
"Sou 20 vezes melhor que (Bolsonaro)", declarou Lula ao New York Times
Brasil

“Sou 20 vezes melhor que (Bolsonaro)”, declarou Lula ao New York Times

30 de julho de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?