*Sêmia Mauad/ Opinião MT
O candidato ao Senado Federal e ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) votou na manhã deste domingo, dia 4 de outubro, nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), localizada no bairro Boa Esperança, em Cuiabá. O pleito geral mobiliza os eleitores mato-grossenses na escolha de representantes para o Congresso Nacional e para o governo estadual.
Liderando as intenções de voto na corrida ao Senado nos levantamentos divulgados na reta final da campanha, Mauro Mendes adotou uma postura de cautela em relação aos números estatísticos apresentados pelos institutos de pesquisa.
“Eu nunca fui uma pessoa muito ligada às pesquisas. Respeito, obviamente, as pesquisas, elas têm um valor técnico científico quando são feitas corretamente”, declarou o candidato.
Ainda sobre o papel dos levantamentos de opinião pública, o ex-governador apontou distorções observadas em pleitos anteriores que, na avaliação dele, teriam comprometido a credibilidade perante o eleitorado.
“Nos últimos anos, infelizmente, elas foram perdendo a confiança porque tiveram erros muito além da margem de erro. Isso tirou um pouco da credibilidade das pesquisas. Eu trabalhei, como eu sempre fiz, independente de estar olhando para as pesquisas, confiando em Deus e confiando em que as pessoas são capazes de reconhecer aquilo que acerta e erra no nosso Mato Grosso”.
Questionado sobre propostas e promessas de palanques concorrentes, Mendes enfatizou que o critério principal de escolha deve se basear em entregas concretas e histórico administrativo.
“Falar que vai fazer isso aqui, falar um monte de coisas, qualquer candidato pode fazer. Qual é a referência? Esse cara já fez alguma coisa? Esse cara tem capacidade de entregar aquilo que ele está dizendo?”.
O candidato ainda manifestou satisfação com o andamento da campanha no primeiro turno, destacando a tranquilidade do processo e o reconhecimento obtido ao longo de sua trajetória pública no estado.
“Eu estou bastante contente, bastante feliz. A campanha foi muito tranquila, pelo menos do meu lado. Eu termino o primeiro turno com uma sensação muito boa. Primeiro, de dever cumprido, não no processo eleitoral, mas como governador. Fizemos um trabalho aí que, mesmo a oposição, em off, ela reconhece, e o cidadão mato-grossense reconhece isso”.

