Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Israel e Líbano anunciam acordo de cessar-fogo temporário de 10 dias, diz Trump
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Doença de Newcastle: 5 países restringem produtos avícolas do Brasil
EUA cria escritório antidrogas no Paraguai para monitorar facções
Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão e mama
Lula e Flávio Bolsonaro autorizam abertura de sigilos bancários, fiscais e telefônicos
Após 19 anos, Brasil volta a ser devedor internacional, aponta BC

23 de outubro de 2026 01:30

Ad image
OpiniãoMT > Blog > Mundo > Israel e Líbano anunciam acordo de cessar-fogo temporário de 10 dias, diz Trump
Mundo

Israel e Líbano anunciam acordo de cessar-fogo temporário de 10 dias, diz Trump

Israel e Líbano concordam com cessar-fogo de 10 dias, segundo Trump; trégua envolve Hezbollah e levanta incertezas sobre cumprimento.

Redação OPMT
Publicado em: 16 de abril de 2026
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Israel e Líbano anunciam acordo de cessar-fogo temporário de 10 dias, diz Trump
Compartilhar

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (16) que Israel e Líbano chegaram a um acordo para um cessar-fogo temporário de dez dias. Segundo o líder norte-americano, a medida também envolve o Hezbollah, grupo que tem sido alvo de ações militares israelenses em território libanês.

Cessar-fogo de 10 dias é anunciado por Trump

De acordo com Trump, o entendimento entre os dois países prevê o início da trégua às 18h desta quinta-feira, no horário de Brasília. O anúncio foi feito por meio de uma publicação na rede social Truth Social, onde o presidente destacou que o acordo busca abrir caminho para a paz entre as nações envolvidas.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou que concordou com o cessar-fogo. Já o governo do Líbano ainda não havia se pronunciado oficialmente até a última atualização das informações.

Hezbollah impõe condições para aderir ao acordo

Após a divulgação do acordo, o Hezbollah se manifestou indicando que qualquer cessar-fogo precisa incluir a ausência de tropas israelenses em território libanês. O grupo já havia sinalizado anteriormente que não reconheceria acordos firmados diretamente entre Israel e o governo do Líbano.

Antes mesmo do anúncio oficial, o deputado libanês Hassan Fadlallah, ligado ao braço político do Hezbollah, declarou que o cumprimento do cessar-fogo dependeria da interrupção dos ataques israelenses no país.

Situação militar e impasses sobre retirada de tropas

Apesar do anúncio da trégua, fontes do Exército de Israel indicaram à agência Reuters que não há planejamento para retirada das tropas que atualmente ocupam áreas no sul do Líbano. A permanência militar é um dos principais pontos de tensão que podem comprometer a efetividade do cessar-fogo.

Israel sustenta que suas ações são direcionadas ao Hezbollah, organização apoiada pelo Irã e que atua dentro do território libanês. Por outro lado, o Exército do Líbano não tem participação direta no confronto.

Reuniões e articulações diplomáticas

Diante do anúncio, Netanyahu convocou uma reunião emergencial com integrantes de seu governo para discutir os desdobramentos do cessar-fogo. Paralelamente, Trump afirmou que pretende convidar os líderes de Israel e do Líbano para um encontro na Casa Branca.

Caso a reunião seja confirmada, poderá marcar o primeiro encontro direto entre representantes dos dois países em cerca de 30 anos. No entanto, há entraves diplomáticos: o presidente libanês, Joseph Aoun, teria recusado previamente um diálogo direto com Netanyahu.

Histórico de conflitos entre Israel e Líbano

As relações entre Israel e Líbano são historicamente marcadas por confrontos e instabilidade. Desde a década de 1970, episódios de violência têm ocorrido na região, incluindo ofensivas militares israelenses em 1978 e 1982 no sul do Líbano, motivadas por ataques de grupos armados ligados à causa palestina. O cenário atual mantém esse padrão de tensão, com o Hezbollah desempenhando papel central nos conflitos recentes.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Sem energia, Cuba libera apenas 3 quilos arroz mensal para cada habitante
Mundo

Racionamento: Cuba libera apenas 3 quilos arroz mensal para cada habitante

16 de fevereiro de 2026
Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz e preço do barril de petróleo dispara
Mundo

Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz e preço do barril de petróleo dispara

20 de junho de 2025
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, participou nesta segunda-feira (18) de uma reunião em Washington com Donald Trump e líderes europeus para debater os próximos passos no processo de paz. Durante o encontro, Zelensky sinalizou abertura para considerar algumas das condições apresentadas pela Rússia e afirmou estar disposto a dialogar diretamente com Vladimir Putin em uma reunião trilateral mediada pelos Estados Unidos. Zelensky discute condições para cessar-fogo Ao lado de Trump e de representantes da União Europeia, Zelensky destacou a necessidade urgente de alcançar um cessar-fogo. Segundo o ex-presidente norte-americano, a expectativa é que a próxima reunião, prevista para ocorrer em duas ou três semanas, avance nesse sentido. Entre os pontos em discussão estão a situação da Crimeia e a exigência russa de que a Ucrânia não se junte à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Trump declarou que espera que o próximo encontro resulte em um acordo preliminar. Já Zelensky ressaltou que o apoio internacional, em especial dos Estados Unidos, é essencial para garantir um sinal claro em favor da paz. Questões humanitárias em pauta Durante a reunião, Zelensky também tratou da questão humanitária, destacando a necessidade de retorno das crianças ucranianas retiradas de suas famílias pela Rússia, conforme apontado pelo Tribunal Penal Internacional. O presidente ucraniano entregou ainda uma carta da primeira-dama Olena Zelenska à ex-primeira-dama Melania Trump, reforçando o apelo por apoio às vítimas da guerra. Além disso, Zelensky mencionou a importância da libertação de soldados, jornalistas e civis detidos, agradecendo o suporte oferecido pelos Estados Unidos. Participação dos líderes europeus O encontro contou com a presença de líderes como Emmanuel Macron, Ursula von der Leyen, Keir Starmer, Giorgia Meloni, Friedrich Merz e Alexander Stubb, além do secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Macron defendeu a reunião trilateral como essencial para garantir segurança a todos os países europeus, enquanto Ursula reforçou a necessidade de uma “paz justa e duradoura”. Zelensky insistiu que qualquer acordo só terá validade se incluir garantias de segurança efetivas. A exigência é que aliados ocidentais se comprometam a defender a Ucrânia em caso de nova agressão, de forma semelhante ao Artigo 5 da Otan, mas sem que o país se torne formalmente membro da aliança. Zelensky avalia acordo de paz em reunião com Trump e líderes europeus em Washington
Mundo

Zelensky, Trump e líderes europeus avançam em acordo de paz na Ucrânia

18 de agosto de 2025
Shutdown: falta de acordo sobre orçamento paralisa governo Trump
Mundo

Shutdown: falta de acordo sobre orçamento paralisa governo Trump

1 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?