É impossível não enxergar desproporção e seletividade na Justiça brasileira. Enquanto pessoas são condenadas a 14 anos de prisão por atos simbólicos, como sentar-se na cadeira de um ministro do STF, réus confessos do maior escândalo de corrupção da história do país, como José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino, seguem soltos, beneficiados por indultos e decisões benevolentes. A decisão do ministro Alexandre de Moraes escancara um duplo padrão: rigor extremo para uns, complacência para outros. Justiça que pesa a mão conforme o réu não é Justiça, é poder travestido de toga.
VEJA VÍDEO DE HAROLDO ARRUDA PUBLICADO NAS REDES SOCIAIS
Ver essa foto no Instagram

