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Leia: Polícia Civil bloqueia R$ 9,3 milhões e desmantela célula de facção com ligações diretas com o Rio de Janeiro em Mato Grosso
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7 de março de 2026 08:39

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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Polícia Civil bloqueia R$ 9,3 milhões e desmantela célula de facção com ligações diretas com o Rio de Janeiro em Mato Grosso
Polícia

Polícia Civil bloqueia R$ 9,3 milhões e desmantela célula de facção com ligações diretas com o Rio de Janeiro em Mato Grosso

última atualização: 19 de novembro de 2025 10:19
Jornalista Mauad
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3 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil-MT
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta quarta-feira, dia 19 de novembro, a Operação Ressona, com o objetivo de desarticular uma célula de uma facção criminosa com forte atuação em Lucas do Rio Verde e conexões diretas com líderes do grupo escondidos em favelas do Rio de Janeiro. A ação resultou no cumprimento de 30 ordens judiciais e no bloqueio de milhões em ativos.

A operação, conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), visa atingir a logística, a contabilidade e o alto poder financeiro do grupo em Mato Grosso.

Foto: Polícia Civil-MT

BLOQUEIO DE R$ 9,3 MILHÕES E PRISÕES

A Justiça expediu um total de 30 ordens judiciais, sendo 17 mandados de prisão e 13 de busca e apreensão. As ordens estão sendo cumpridas em Lucas do Rio Verde e Guarantã do Norte.

O aspecto financeiro da operação é crucial: foi determinado o bloqueio de R$ 9,3 milhões em contas bancárias, além do sequestro de bens móveis e imóveis, visando descapitalizar a facção.

Foto: Polícia Civil-MT

GERENTE FACCIONADO DA REGIÃO OSTENTAVA NAS REDES SOCIAIS E TERIA LIGAÇÃO COM O RIO DE JANEIRO

As investigações, iniciadas em novembro de 2024, se concentraram em identificar a célula da facção em Lucas do Rio Verde. A apuração revelou a figura do gerente do grupo na cidade, responsável por toda a logística, contabilidade e, principalmente, pela lavagem de dinheiro da organização, contando com biqueiros e “laranjas” para o esquema.

O principal investigado ostentava um alto poder aquisitivo, com veículos, fazendas e casas de alto padrão. Ele também compartilhava vídeos e fotografias exibindo armas e grandes quantias em dinheiro.

As conexões interestaduais do criminoso eram frequentes. O gerente fazia viagens ao Rio de Janeiro para comprar armamentos pesados, como fuzis, que eram armazenados em uma chácara em Sorriso.

Foto: Polícia Civil-MT

LAVAGEM DE DINHEIRO

Em menos de quatro meses de investigação, as forças de segurança identificaram movimentações financeiras ilícitas que se aproximavam de R$ 2 milhões.

O esquema de lavagem de dinheiro era sofisticado, marcado por características como transações fragmentadas, repasses imediatos e o uso de contas encerradas por fraude, visando dificultar o rastreamento do dinheiro pela polícia.

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