*Sêmia Mauad/ Opinião MT
O cenário eleitoral em Mato Grosso para o próximo ano ganha um novo e importante movimento. O atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, confirmou a entrada na corrida eleitoral, com a intenção de deixar o PSB para assumir a presidência estadual do Podemos. Seu foco principal, segundo o próprio parlamentar, é a montagem de uma chapa robusta e altamente competitiva para a Câmara Federal.
Russi destacou que o desafio de eleger deputados federais será grande, dada a alta exigência de votos, e por isso o trabalho de articulação se concentra em atrair nomes fortes e com representatividade regional. A intenção é trazer também mais nomes femininos para a disputa, visando um equilíbrio na composição da chapa.
Max Russi detalhou os critérios e alguns dos nomes que estão sendo considerados para a composição da chapa federal, indicando uma busca por lideranças que tenham base em diferentes setores e regiões do estado.
“A chapa de federal não é uma chapa fácil, mas nós estamos com bons nomes,” afirmou Russi.
Entre os cotados e em articulação, o presidente da ALMT citou nomes de peso no cenário político e empresarial de Mato Grosso:
-Silvio Rangel: Presidente da Federação da Indústria (Fiemt).
-Marcos Ritela: Ex-candidato a governador.
-Altemar Lopes: Vice-prefeito de Rondonópolis.
-Magno César Ferreira: Secretário de Tangará da Serra.
–Gisa Barros: Vereadora em Várzea Grande, reforçando a intenção de incluir mulheres na disputa.
-Fernando Gorgen: Ex-prefeito de Querência.
Russi ressaltou que a dificuldade em eleger um deputado federal aumentou significativamente.
“São 250 mil votos agora para você eleger federal. Vai crescer o quociente e a gente precisa trabalhar para ter uma chapa forte. Só pode ter nove candidatos, então tem que ter nove bons candidatos para você poder eleger federal.”

