Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Gordura no fígado: os principais riscos de uma doença silenciosa
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Delegado afirma que recém-nascida encontrada morta em lixeira de condomínio em Várzea Grande nasceu com vida
Otaviano Pivetta e Wellington Fagundes lideram corrida eleitoral tecnicamente empatados em Mato Grosso, aponta pesquisa MT Dados
Ação do Poder Judiciário alinha sustentabilidade social e direito à educação
Parque das Águas, em Cuiabá, recebe sistema de videomonitoramento com reconhecimento facial
Assembleia entra em recesso administrativo até o dia 31 de julho com retorno das atividades em agosto

28 de julho de 2026 09:54

OpiniãoMT > Blog > Saúde > Gordura no fígado: os principais riscos de uma doença silenciosa
Saúde

Gordura no fígado: os principais riscos de uma doença silenciosa

Redação OPMT
Publicado em: 24 de outubro de 2025
Compartilhar
6 Minutos de Leitura
Gordura no fígado - os principais riscos de uma doença silenciosa
Compartilhar

A gordura no fígado, também conhecida como esteatose hepática, é uma condição cada vez mais comum entre os brasileiros. Apesar de ser silenciosa e, muitas vezes, não apresentar sintomas no início, essa doença pode evoluir para quadros graves, como cirrose e até câncer hepático. O problema surge quando há acúmulo de gordura nas células do fígado, comprometendo o funcionamento do órgão e trazendo sérios riscos à saúde.

O que é a gordura no fígado?

A esteatose hepática ocorre quando o fígado, responsável por funções essenciais como o metabolismo das gorduras e a eliminação de toxinas, passa a armazenar gordura em excesso. Essa condição pode ser dividida em dois tipos principais: a gordura no fígado não alcoólica, que está relacionada a fatores como má alimentação e sedentarismo, e a esteatose hepática alcoólica, causada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

Nos estágios iniciais, a doença geralmente é reversível e não apresenta sintomas claros. No entanto, se não for tratada, pode causar inflamação, fibrose e até levar à insuficiência hepática.

Fatores de risco e causas mais comuns

Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento da gordura no fígado. O principal está ligado ao excesso de peso e à obesidade, que aumentam o acúmulo de gordura nas células hepáticas. Outros fatores importantes incluem:

Alimentação rica em gordura e açúcar: o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, fast food e bebidas açucaradas é um dos grandes vilões.

Sedentarismo: a falta de atividade física prejudica o metabolismo e contribui para o acúmulo de gordura no fígado.

Diabetes tipo 2 e resistência à insulina: doenças metabólicas que interferem na forma como o corpo processa glicose e gorduras.

Uso de certos medicamentos: alguns remédios podem causar acúmulo de gordura hepática como efeito colateral.

Consumo de álcool: mesmo em quantidades moderadas, o álcool pode sobrecarregar o fígado e favorecer o desenvolvimento da esteatose.

Esses fatores, combinados, tornam a gordura no fígado uma das doenças hepáticas mais comuns do mundo moderno.

Sintomas e diagnóstico

Um dos maiores perigos da gordura no fígado é o fato de ela ser, na maioria das vezes, assintomática. Muitas pessoas descobrem o problema apenas durante exames de rotina, como ultrassonografia ou análises de sangue.

Nos casos mais avançados, podem surgir sintomas como:

– Cansaço constante;

– Desconforto abdominal;

– Enjoo e perda de apetite;

– Pele e olhos amarelados (icterícia);

– Inchaço nas pernas e abdômen.

O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, como ultrassonografia e tomografia, além de testes laboratoriais que avaliam as enzimas hepáticas. Em alguns casos, pode ser necessária uma biópsia do fígado para identificar o estágio da doença.

Possíveis complicações

Embora a gordura no fígado possa parecer inofensiva no início, ela pode evoluir para condições graves se não for tratada adequadamente. Entre as principais complicações estão:

– Esteato-hepatite não alcoólica (EHNA): quando há inflamação e lesão das células do fígado.

– Fibrose hepática: formação de cicatrizes no tecido hepático, comprometendo o funcionamento do órgão.

– Cirrose: estágio avançado em que o fígado perde parte de sua capacidade de regeneração.

– Câncer de fígado (hepatocarcinoma): em casos mais graves, o acúmulo de gordura pode contribuir para o desenvolvimento de tumores.

Essas complicações tornam a detecção precoce e o tratamento essenciais para evitar danos irreversíveis.

Tratamento e mudanças de estilo de vida

O tratamento da gordura no fígado depende do estágio da doença e das condições de saúde de cada paciente. Na maioria dos casos, é possível reverter o quadro com mudanças no estilo de vida.

Entre as medidas mais eficazes estão:

– Adoção de uma dieta balanceada, com redução de gorduras saturadas e açúcares refinados;

– Prática regular de atividades físicas, como caminhadas, natação ou musculação;

– Controle do peso corporal, evitando a obesidade e o sobrepeso;

– Redução do consumo de álcool ou abstinência total, em casos mais graves;

– Acompanhamento médico regular, especialmente com hepatologistas ou endocrinologistas.

Em alguns casos, o médico pode indicar medicamentos para controlar doenças associadas, como diabetes e colesterol alto, que contribuem para o acúmulo de gordura no fígado.

Prevenção e cuidados

Prevenir a gordura no fígado é possível com hábitos simples, mas consistentes. Manter uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais é o primeiro passo. Evitar frituras, doces em excesso e bebidas alcoólicas também faz toda a diferença.

A prática regular de exercícios físicos, ao menos 150 minutos por semana, ajuda a melhorar o metabolismo e reduz o acúmulo de gordura nas células hepáticas. Além disso, é importante realizar exames periódicos, especialmente em pessoas com histórico familiar de doenças hepáticas ou condições metabólicas.

A gordura no fígado é uma doença silenciosa, mas com consequências que podem ser graves se ignoradas. Detectá-la precocemente e adotar mudanças no estilo de vida são as melhores formas de evitar complicações como cirrose e câncer hepático. Com acompanhamento médico e hábitos saudáveis, é possível reverter o quadro e garantir o bom funcionamento do fígado — um dos órgãos mais vitais do corpo humano.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Anvisa aprova nova vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan
Saúde

Anvisa aprova vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan

14 de abril de 2025
Ministério da Saúde investiga reações causadas pela vacina contra a dengue
Saúde

Ministério da Saúde investiga reações causadas pela vacina contra a dengue

9 de março de 2024
Conheça a bebida que limpa o fígado, reduz inflamação e ajuda a emagrecer
Saúde

Conheça a bebida que limpa o fígado, reduz inflamação e ajuda a emagrecer

15 de julho de 2024
Funcionário de granja no RS é isolado por suspeita de infecção por gripe aviária
Saúde

Funcionário de granja no RS é isolado por suspeita de infecção por gripe aviária

20 de maio de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?