Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Câmara Setorial da Assembleia estuda diretrizes para valorizar produtores que preservam 95% do Pantanal
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mensagens mostram conversas de Moraes e Vorcaro horas antes de prisão do banqueiro
Trump afirma que Cuba será o próximo regime a cair nas américas após a Venezuela
Jantar tarde faz mal à saúde? O que diz a ciência?
PF afirma que Sicário segue em estado gravíssimo após tentativa de suicídio
‘Não vai cair sozinha’, avisa amiga de Lulinha cobrando proteção

7 de março de 2026 06:48

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Assembléia Legislativa > Câmara Setorial da Assembleia estuda diretrizes para valorizar produtores que preservam 95% do Pantanal
Assembléia Legislativa

Câmara Setorial da Assembleia estuda diretrizes para valorizar produtores que preservam 95% do Pantanal

última atualização: 14 de outubro de 2025 10:36
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: ANGELO VARELA / ALMT
Compartilhar

A Câmara Setorial Temática Bioma Pantanal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou sua terceira reunião ordinária, com foco na análise da nova Lei federal nº 15.228/2025, que trata do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA).

A iniciativa, requerida pelo primeiro-secretário da ALMT, deputado Dr. João (MDB), visa estudar e propor diretrizes para o PSA, instrumento que incentiva a provisão e manutenção dos serviços ambientais, promovendo a conservação dos ecossistemas, a restauração ecológica e o desenvolvimento sustentável no bioma Pantanal.

O presidente da CST Bioma Pantanal, Ricardo Arruda, destacou a importância de alinhar a legislação estadual à federal, garantindo uniformidade e segurança jurídica para os produtores. Ele também ressaltou novidades recentes, como a ampliação de unidades de conservação na região de Porto Jofre, unindo áreas já existentes.

Ricardo explicou que a regulamentação federal do PSA permitirá remunerar adequadamente os produtores que contribuem para a conservação do bioma, consolidando o Pantanal como um dos biomas mais preservados do país, com 95% das áreas conservadas em propriedades privadas.

O debate também abordou a evolução da legislação estadual. Após os incêndios de 2020 e 2021, a Lei do Pantanal (Lei nº 8.800) foi atualizada para permitir, por meio de decreto, a substituição de gramíneas em pastagens e práticas de pecuária extensiva, garantindo a compatibilidade da atividade econômica com a preservação ambiental.

De acordo com Ricardo Arruda, a CST Bioma Pantanal atua como fórum de discussão para estabelecer indicadores de monitoramento e formas de remuneração, garantindo que os serviços ambientais prestados pelos produtores sejam valorizados e fortalecidos.

“O Pagamento por Serviços Ambientais é uma ferramenta essencial para valorizar o trabalho dos cerca de 4.500 produtores de planície alagada, que há anos contribuem para a preservação do bioma. Com a aprovação do Estatuto do Pantanal, agora temos uma legislação federal que estabelece diretrizes claras e que se soma às normas estaduais já existentes”, avaliou.

Para o presidente da CST, isso permite criar políticas públicas mais consistentes, garantindo segurança jurídica e incentivando práticas sustentáveis. “Recentemente, também avançamos na ampliação de unidades de conservação em Porto Jofre, conectando áreas protegidas e fortalecendo a preservação do ecossistema. Nosso objetivo é alinhar conservação ambiental e desenvolvimento econômico, assegurando que o Pantanal continue sendo um patrimônio nacional preservado e reconhecido em todo o país”, pontuou.

A reunião ainda contou com a participação da professora de direito ambiental Tatiana Monteiro Costa e Silva, que apresentou uma análise jurídica detalhada da nova lei federal. Ela disse que o Estatuto do Pantanal estabelece normas gerais para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, enquanto o PSA atua como instrumento econômico capaz de potencializar os serviços ecossistêmicos que já são executados pelos produtores e comunidades locais.

“O objetivo é valorizar economicamente essas práticas ambientais sem gerar conflitos com a legislação estadual já existente. Trata-se de uma adaptação necessária que fortalece o papel do PSA como instrumento de conservação e desenvolvimento sustentável”, explicou Tatiana.

*Secretaria de Comunicação Social

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Assembléia Legislativa

Assembleia Legislativa poderá ter nova eleição da Mesa Diretora

31 de outubro de 2024
Assembléia LegislativaGilberto Cattani

Deputado Cattani (PL) apresenta projeto de lei que obriga líderes faccionados a limpar pichações em Mato Grosso; VEJA VÍDEO

6 de novembro de 2025
Assembléia Legislativa

Curso de enfrentamento à violência contra as mulheres é lançado pela Assembleia Legislativa

5 de julho de 2024
Assembléia Legislativa

Assembleia aprova PL que proíbe planos de saúde de suspenderem tratamento de pessoas com Autismo (TEA) sem justa causa

2 de dezembro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?