Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Preço do ouro dispara em 2025 e alcança o maior valor em mais de quatro décadas
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Fachin cancela julgamento sobre pedido para investigar Mendonça
R$ 691: Lula anuncia reajuste no Bolsa Família às vésperas das eleições
“Vale-peru”: Juiz extingue ação de associação e mantém descontos em salários de servidores do Judiciário
Mulher de 29 anos é baleada nas costas por dupla em moto na frente de bar em Pontes e Lacerda; VEJA VÍDEO
Partido Novo avalia romper coligação e retirar apoio a Wellington Fagundes após impasse sobre repasses financeiros

17 de setembro de 2026 14:59

OpiniãoMT > Blog > Economia > Preço do ouro dispara em 2025 e alcança o maior valor em mais de quatro décadas
Economia

Preço do ouro dispara em 2025 e alcança o maior valor em mais de quatro décadas

Preço do ouro atinge recorde histórico em 2025, superando 50% de valorização no ano e marcando o melhor desempenho desde 1979.

Redação OPMT
Publicado em: 6 de outubro de 2025
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Preço do ouro dispara em 2025 e alcança o maior valor em mais de quatro décadas
Compartilhar

O preço do ouro registrou em 2025 o maior aumento em mais de 40 anos, despertando a atenção de investidores em todo o mundo. O metal precioso, que acumulou valorização superior a 50% no ano, alcançou o recorde de US$ 3,94 mil por onça-troy, conforme informou o Financial Times. Esse salto histórico reforça a busca global por ativos de proteção em meio a um cenário de incertezas econômicas e geopolíticas.

O que explica a alta do preço do ouro

A expressiva valorização do ouro começou com a guerra comercial iniciada pelo presidente Donald Trump, que provocou uma onda de instabilidade no mercado internacional. A incerteza levou investidores a buscar refúgio em ativos considerados seguros, impulsionando o preço do ouro e pressionando o dólar para baixo.

Mesmo após a diminuição da volatilidade nas tarifas, a escalada do metal não perdeu força. Somente em setembro, a cotação subiu quase 12%, registrando o maior avanço mensal desde 2011. O movimento reflete uma combinação de fatores econômicos, estratégicos e comportamentais, marcada por um fenômeno conhecido como “FOMO” — fear of missing out, ou medo de ficar de fora dos ganhos.

Investidores institucionais impulsionam a corrida do ouro

Segundo o Financial Times, a atual corrida do ouro vem sendo alimentada principalmente por investidores institucionais, como fundos de pensão, que passaram a incluir o metal como parte permanente de suas carteiras. Essa tendência sinaliza uma mudança na tradicional estratégia de alocação de ativos.

O banco Morgan Stanley, por exemplo, sugeriu uma nova composição de investimentos, substituindo o modelo 60/40 — baseado em ações e renda fixa por uma divisão 60/20/20, na qual o ouro teria o mesmo peso que a renda fixa. A ideia reflete a crescente percepção do ouro como instrumento de proteção e estabilidade em períodos de instabilidade política e financeira.

A força dos fundos de ouro e o recorde histórico

Outro ponto central para o aumento do preço do ouro está na forte entrada de recursos em fundos de investimento e ETFs lastreados no metal. De acordo com dados do World Gold Council, somente nas últimas quatro semanas esses fundos receberam mais de US$ 13,6 bilhões em aportes, o que elevou o total acumulado no ano para US$ 60 bilhões líquidos — o maior valor já registrado.

Com isso, o volume total de ouro sob gestão ultrapassou 3,8 mil toneladas, aproximando-se do pico observado durante a pandemia de covid-19. Esse crescimento demonstra que o metal voltou a ocupar um papel de destaque como reserva de valor e alternativa frente à volatilidade dos mercados tradicionais.

Dívidas soberanas e juros baixos fortalecem o ouro

A alta do preço do ouro também está relacionada à preocupação com a emissão recorde de dívidas soberanas por parte de economias desenvolvidas. Esse movimento tem reduzido o apelo dos títulos de renda fixa, considerados menos rentáveis em um ambiente de juros baixos.

Além disso, a pressão exercida por Donald Trump sobre o Federal Reserve para manter taxas de juros reduzidas reforça o ouro como uma das principais opções de proteção de longo prazo. Diante da combinação de incertezas políticas, inflação e endividamento global, o metal tem sido visto como um refúgio seguro para preservar valor.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print

Você também vai gostar de ver

Economia

Cesta básica em Cuiabá tem o maior preço registrado, chegando a custar R$ 833,55; café e carne bovina impulsionaram valor

28 de março de 2025
Brasil registrou em 2025, a segunda maior saída de dólares da sua história
Economia

Brasil registrou em 2025, a segunda maior saída de dólares da sua história

8 de janeiro de 2026
Fluxo Cambial: Brasil registra saldo negativo de US$ 18,4 Bilhões em dezembro
Economia

Fluxo Cambial: Brasil registra saldo negativo de US$ 18,4 Bilhões em dezembro

27 de dezembro de 2024
Empresas tem até o dia 29 para pagar a primeira parcela do décimo terceiro
Economia

Empresas tem até o dia 29 para pagar a primeira parcela do décimo terceiro

26 de novembro de 2024
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?