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Leia: Câmara deve votar urgência da anistia após meses de impasse
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7 de março de 2026 08:39

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OpiniãoMT > Blog > Brasília > Câmara deve votar urgência da anistia após meses de impasse
Brasília

Câmara deve votar urgência da anistia após meses de impasse

Câmara deve votar a urgência da anistia após meses de paralisação; proposta pode beneficiar Bolsonaro e investigados desde 2019.

última atualização: 16 de setembro de 2025 13:56
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Câmara deve votar urgência da anistia após meses de impasse
Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília. Imagem: TV Câmara.
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Depois de meses sem avanços, a urgência da anistia volta à pauta do plenário da Câmara dos Deputados. A decisão de colocar o tema em votação ocorreu nesta terça-feira (16), durante encontro de líderes partidários na residência oficial do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Urgência da anistia entra em pauta

Segundo integrantes da oposição, a inclusão da votação foi confirmada após articulação conduzida por Motta. A expectativa já vinha crescendo desde a semana anterior, sobretudo após o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal (STF). Todos foram condenados pela 1ª Turma da Corte, com exceção do ministro Luiz Fux, que votou pela absolvição.

A oposição aposta que a análise da urgência da anistia é um passo estratégico para acelerar o debate sobre o perdão aos investigados. O movimento ocorre em um cenário de forte pressão política após as condenações e amplia a discussão sobre o alcance do projeto.

O texto apresentado pela oposição prevê o perdão de condenações, inquéritos e inelegibilidades referentes a atos praticados desde 2019. Na prática, a medida poderia atingir não apenas os investigados pelos eventos de 8 de janeiro de 2023, mas também beneficiar Bolsonaro e outros envolvidos em processos ligados a manifestações políticas.

Âmbito da proposta

De acordo com o projeto, a anistia abrange não apenas sanções penais, mas também multas, indenizações, inelegibilidades e restrições de direitos impostas tanto pelo Judiciário quanto por órgãos administrativos. Além disso, os efeitos se estenderiam a inquéritos do STF e a procedimentos em tramitação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especialmente aqueles conduzidos pela Assessoria de Enfrentamento à Desinformação.

O projeto é explícito ao mencionar manifestações públicas, como os acampamentos em frente a quartéis e os atos ocorridos em 8 de janeiro, como situações que seriam alcançadas pela medida. Caso aprovado, significaria o arquivamento de processos judiciais e administrativos relacionados a esses episódios.

Articulação política em torno da anistia

Na semana anterior à reunião, Motta havia se encontrado com o líder do Partido Liberal, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), para tratar do andamento da proposta. A oposição já demonstrava interesse em acelerar a votação da urgência da anistia, especialmente após o julgamento no STF.

O movimento dos parlamentares reforça a tentativa de reorganizar o debate no Congresso, destacando a pressão por uma solução que contemple os investigados e condenados em ações relacionadas a manifestações políticas desde 2019.

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