Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Anvisa proíbe versões manipuladas de canetas emagrecedoras no Brasil
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso
Jovem de 20 anos morre atropelado por carreta após queda de moto em Várzea Grande
Carro capota e para sobre calçada na Avenida Prainha na manhã desta sexta; VEJA VÍDEO
TJ-MT forma maioria para demitir juíza acusada de usar “despachos balão” para simular produtividade

24 de abril de 2026 14:34

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Saúde > Anvisa proíbe versões manipuladas de canetas emagrecedoras no Brasil
Saúde

Anvisa proíbe versões manipuladas de canetas emagrecedoras no Brasil

A Anvisa proibiu versões manipuladas de canetas emagrecedoras e endurece regras para importação de insumos biotecnológicos no Brasil.

última atualização: 25 de agosto de 2025 17:30
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Anvisa proíbe versões manipuladas de canetas emagrecedoras no Brasil
Compartilhar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta segunda-feira (25), a proibição da manipulação de medicamentos agonistas de GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro. O objetivo é combater versões manipuladas de canetas emagrecedoras e reduzir riscos à saúde pública diante do aumento da procura por esses fármacos utilizados no tratamento da diabetes tipo 2 e no controle de peso.

Novas regras sobre versões manipuladas de canetas emagrecedoras

O veto foi oficializado no Despacho nº 97/2025, acompanhado da Nota Técnica nº 200/2025, que estabelecem parâmetros rigorosos para importação e manipulação de insumos farmacêuticos. A decisão se baseia na preocupação da agência com a segurança sanitária e na necessidade de evitar a circulação de versões manipuladas de canetas emagrecedoras sem comprovação de eficácia e qualidade.

De acordo com a Anvisa, somente empresas autorizadas poderão importar insumos de origem biotecnológica, desde que o produto seja idêntico ao insumo farmacêutico ativo (IFA) presente em medicamentos já registrados no país. 

Com isso, farmácias de manipulação ficam impedidas de adquirir diretamente tais substâncias. Caso utilizem materiais fornecidos por importadoras, será obrigatório apresentar testes de controle de qualidade e seguir normas rígidas de preparo estéril.

Limitações para moléculas sintéticas

Quando se trata de insumos obtidos por síntese química, a manipulação só será permitida se houver no Brasil um medicamento registrado com a mesma molécula. No caso da semaglutida, atualmente não existe versão sintética aprovada no país, o que inviabiliza a produção de versões manipuladas de canetas emagrecedoras por farmácias.

Fiscalização reforçada e canal amarelo

A Anvisa também determinou que todas as importações de insumos biotecnológicos passem pelo “Canal Amarelo”, sistema que exige relatórios de qualidade dos fabricantes internacionais. Essa medida visa aumentar a rastreabilidade e garantir que apenas produtos seguros cheguem ao mercado brasileiro.

A proibição das versões manipuladas de canetas emagrecedoras complementa uma regra já publicada em abril de 2025, que tornou obrigatória a retenção da receita médica para a compra de agonistas de GLP-1, com validade máxima de 90 dias. 

A medida recebeu apoio de entidades como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), que destacaram o avanço no uso responsável desses medicamentos.

A Novo Nordisk, responsável pelo Ozempic e pelo Wegovy, afirmou em nota que a decisão da Anvisa acrescenta uma “camada adicional de proteção” à saúde pública. A empresa destacou que versões manipuladas de canetas emagrecedoras podem expor pacientes a riscos de contaminação, instabilidade na composição e dosagens inadequadas.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Prefeitura de CuiabáSaúde

Prefeito de Cuiabá vai a Upa do Leblon e afirma que “gestão da unidade” tem que mudar; VEJA VÍDEO

10 de fevereiro de 2025
Prefeitura de CuiabáSaúde

Plano de Contingência para arboviroses é divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde

7 de março de 2025
Covid-19 após falta de eficácia, Instituto Butantan suspende produção da ButanVac
Saúde

Covid-19: por falta de eficácia, Instituto Butantan suspende produção da ButanVac

26 de agosto de 2024
Cirurgia de câncer de próstata com auxílio de robôs passa a ser oferecida no SUS
Saúde

Cirurgia de câncer de próstata com auxílio de robôs passa a ser oferecida no SUS

3 de outubro de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?