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Leia: China afirma que EUA faz ‘interferência injustificada’ nos assuntos do Brasil
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OpiniãoMT > Blog > Política > China afirma que EUA faz ‘interferência injustificada’ nos assuntos do Brasil
Política

China afirma que EUA faz ‘interferência injustificada’ nos assuntos do Brasil

Ministro chinês critica interferências no Brasil e reforça apoio à soberania nacional durante conversa com Celso Amorim.

última atualização: 7 de agosto de 2025 13:55
Redação OPMT
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4 Minutos de Leitura
China afirma que EUA faz 'interferência injustificada' nos assuntos do Brasil
Wang Yi, ministro das Relações Exteriores da China. Imagem: © Antonio Cruz/Agência Brasil.
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Em meio a tensões diplomáticas e comerciais internacionais, a China manifestou, mais uma vez, seu posicionamento contrário à ingerência estrangeira nos assuntos internos do Brasil. Em uma ligação com o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, o chanceler chinês Wang Yi reiterou o apoio à soberania brasileira e condenou o uso de tarifas como ferramenta de pressão política.

China reforça compromisso com soberania do Brasil

Durante o diálogo realizado nesta quarta-feira (6), o ministro das Relações Exteriores da China expressou a preocupação do governo chinês com ações externas que possam comprometer a autonomia do Brasil. Wang Yi assegurou que Pequim respeita a soberania do país sul-americano e se opõe firmemente a qualquer tipo de intervenção que viole esse princípio.

Segundo o chanceler, a China acredita que interferências externas injustificadas são inaceitáveis e ressaltou que tais práticas colocam em risco a estabilidade das relações internacionais. Ele também declarou que o Brasil tem total direito de conduzir seus assuntos internos sem pressões externas, em consonância com as normas internacionais.

Em publicação oficial divulgada na rede social X (antigo Twitter), o governo chinês divulgou trechos da conversa entre Wang Yi e Celso Amorim. Na nota, o ministro declarou: “A China apoia firmemente o Brasil na defesa de sua soberania nacional e dignidade nacional e se opõe a interferências externas injustificadas nos assuntos internos do Brasil”.

Além de reafirmar a posição diplomática, Wang Yi também elogiou o papel do Brasil no grupo Brics, destacando a importância da cooperação entre países do chamado Sul Global. O chanceler destacou que a relação entre China e Brasil se fortalece por meio de laços estratégicos, com benefícios mútuos em diversas áreas.

Críticas ao uso de tarifas como pressão política

Durante a conversa, Wang Yi também abordou práticas adotadas por alguns países que, segundo ele, utilizam tarifas comerciais como instrumentos de coerção política. O ministro afirmou que tais medidas são contrárias aos princípios da Carta das Nações Unidas e às regras estabelecidas pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Para o governo chinês, a imposição de tarifas com fins políticos é uma prática insustentável e cada vez mais rejeitada pela comunidade internacional. O chanceler ressaltou que o multilateralismo e o respeito mútuo devem nortear as relações entre as nações, especialmente em um cenário global marcado por incertezas econômicas e tensões geopolíticas.

Wang Yi também destacou o desejo da China em aprofundar a cooperação bilateral com o Brasil como forma de enfrentar os desafios globais. Ele mencionou a complementaridade entre as economias dos dois países e apontou que há espaço para ampliar a parceria estratégica em áreas como energia, infraestrutura, comércio e inovação.

A fala do chanceler reforça a posição da China como uma aliada estratégica do Brasil em fóruns internacionais, como o Brics, e como parceira em iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à promoção do equilíbrio geopolítico entre países emergentes.

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