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Leia: Aeroporto da Bom Futuro é investigado por suposta ocupação ilegal de terras na capital
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OpiniãoMT > Blog > Cuiabá > Aeroporto da Bom Futuro é investigado por suposta ocupação ilegal de terras na capital
Cuiabá

Aeroporto da Bom Futuro é investigado por suposta ocupação ilegal de terras na capital

última atualização: 12 de junho de 2025 10:39
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: Divulgação
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O Ministério Público de Mato Grosso abriu uma investigação para apurar se o aeroporto da Bom Futuro, uma das gigantes do agronegócio brasileiro, foi construído ilegalmente sobre terrenos públicos em Cuiabá. As informações foram divulgadas pelo portal UOL.

Segundo o MP, o aeroporto, inaugurado em 2011 para atender às demandas da família Maggi, sobrepõe ruas públicas, áreas de conservação ambiental e rios. Atualmente, o complexo é voltado para a aviação executiva, contando com cinco hangares e operando entre 40 e 50 voos diários. Na última semana, o grupo inaugurou um novo terminal, avaliado em R$ 20 milhões, elevando o investimento total no aeroporto para cerca de R$ 100 milhões.

A investigação do Ministério Público aponta que o aeródromo foi instalado no Loteamento Parque Bandeira, que foi constituído entre 1978 e 1979. Documentos de cartório, citados pelo MP, comprovariam que o loteamento original possuía 11 mil hectares, com vias públicas e quatro hectares de reserva florestal.

Em nota enviada ao UOL, a Bom Futuro declarou que não houve usurpação de bens públicos e que sua atuação é “transparente, legal e responsável, com rigorosa observância da lei e dos princípios de boa-fé”.

No entanto, o UOL também informou que o terreno do aeroporto não foi adquirido por compra, e sim por meio de ações de usucapião. O Ministério Público contesta essa versão, alegando que os representantes da família Maggi Scheffer estariam apresentando “informações inverídicas e eivadas de fraude”, omitindo que os lotes englobam terras públicas para induzir a Justiça a lhes conceder a posse das terras por usucapião.

As investigações foram iniciadas após um pedido da família Bechara, que se declara como a proprietária original dos lotes. Eles afirmam que houve invasão de propriedade e a transferência indevida de ruas e áreas verdes, bens públicos de uso comum, para o patrimônio particular.

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