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Leia: Polícia Civil de Mato Grosso deflagra Operação contra grupo suspeito de golpe da portabilidade telefônica
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24 de abril de 2026 02:18

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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Polícia Civil de Mato Grosso deflagra Operação contra grupo suspeito de golpe da portabilidade telefônica
Polícia

Polícia Civil de Mato Grosso deflagra Operação contra grupo suspeito de golpe da portabilidade telefônica

última atualização: 3 de junho de 2025 09:59
Jornalista Mauad
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2 Minutos de Leitura
Foto: Polícia Civil
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 06 de maio, a Operação Porta 67, com o objetivo de cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso suspeito de praticar o chamado “golpe da portabilidade telefônica”. A ação cumpre quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo as investigações, o esquema envolvia o uso indevido de acessos internos das operadoras de telefonia, aquisição e descarte sistemático de chips, além da utilização de logins legítimos para burlar os mecanismos de segurança das empresas. As ações do grupo resultaram não apenas em prejuízo à vítima principal, mas também representaram um grave risco à segurança digital de autoridades públicas e cidadãos em geral.

A investigação teve início em maio de 2023, após uma autoridade política do estado de Mato Grosso do Sul ser vítima do golpe. A vítima perdeu o acesso à sua linha telefônica após ter o número transferido indevidamente para outra operadora, por meio da utilização fraudulenta de seus dados pessoais.

As apurações revelaram que a portabilidade indevida foi solicitada via ligação ao canal interno da operadora, feita por um número registrado em nome de uma ex-funcionária da empresa. A suspeita teria se autenticado indevidamente com as credenciais de uma vendedora de uma loja autorizada em um shopping de Várzea Grande.

O chip utilizado para habilitar a linha objeto da fraude havia sido inicialmente ativado por outra investigada, que, junto a um comparsa, realizava compras frequentes de grandes quantidades de chips pré-pagos. Esses chips eram posteriormente cancelados e reaproveitados em outras fraudes.

Com a constatação de que a fraude ocorreu em Várzea Grande, o inquérito instaurado inicialmente pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul foi remetido à Polícia Civil de Mato Grosso, que passou a apurar os crimes de estelionato tentado e associação criminosa.

As penas podem ultrapassar seis anos de reclusão.

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