Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Ministério Público Estadual denuncia mulher que matou grávida de 16 anos para ficar com bebê; acusada vai responder por feminicídio e outros 7 crimes
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
“Mula” é preso no Aeroporto Marechal Rondon com 10 kg de cocaína presos ao corpo
Vereador Júnior Chaveiro é preso em Cuiabá após supostamente torturar namorada em Barra do Bugres (MT)
Deputado Gilberto Cattani (PL) fortalece sustentabilidade e ressocialização com implantação de aquaponia na Tenda de Abraão
Governo de MT oferece até R$ 25 mil de subsídio para entrada da casa própria em Cuiabá e Várzea Grande; veja como conseguir
Preço dos combustíveis e contas da Saúde dominam debates na Assembleia nesta semana

25 de abril de 2026 19:09

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Caso Emilly > Ministério Público Estadual denuncia mulher que matou grávida de 16 anos para ficar com bebê; acusada vai responder por feminicídio e outros 7 crimes
Caso Emilly

Ministério Público Estadual denuncia mulher que matou grávida de 16 anos para ficar com bebê; acusada vai responder por feminicídio e outros 7 crimes

última atualização: 27 de março de 2025 09:40
Jornalista Mauad
Compartilhar
4 Minutos de Leitura
Foto: Rede Social
Compartilhar

*Sêmia Mauad/ Opinião MT

A acusada de matar a adolescente de 16 anos grávida, Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos, foi denunciada pelo Ministério Público Estadual e vai responder na justiça por oito crimes: tentativa de aborto, subtração do recém-nascido da vítima, parto suposto, ocultação de cadáver, fraude processual, falsificação de documento particular, uso de documento falso e também por feminicídio.

“Nataly tratou Emelly como um mero objetivo reprodutor, um ´recipiente` para o bebê que desejava, demonstrando total desprezo pela sua integridade corporal e autodeterminação. A conduta de Nataly revela a coisificação do corpo feminino, reduzindo-o à sua função reprodutiva, como evidenciado pelo fato de ter mantido contato com a vítima por meses apenas com o intuito de monitorar o desenvolvimento de sua gestação e, no momento oportuno, apropriar-se violentamente do fruto de seu ventre”, diz trecho da denúncia.

Nataly Helen matou a adolescente grávida, Emelly Sena, de 16 anos, porque queria ficar com a recém-nascida. Segundo a denúncia do MP, a acusada atraiu a vítima com a promessa de doação de roupas para a filha dela. Quando a vítima chegou no endereço combinado para a retirada das doações, ela foi imobilizada e asfixiada. A suspeita fez o parto da recém-nascida, com a adolescente ainda viva. Segundo informações da Politec, a vítima morreu devido ao intenso sangramento.

“Nataly realizou uma cesárea improvisada na vítima ainda com sinais vitais, sem qualquer anestesia ou procedimento para minimizar a dor, causando-lhe sofrimento físico intenso e desproporcional”, diz trecho da denúncia do Ministério Público.

O crime foi cometido no dia 12 de março deste ano. Depois de praticar o parto, na qual deixou Emelly com um grande ferimento no ventre para que a bebê fosse retirada, a adolescente foi enterrada no quintal da casa, que fica no Bairro Florianópolis, em Cuiabá, em uma cova rasa. A grávida foi encontrada com as pernas do lado de fora pela polícia.

A acusada limpou o local do crime e, em seguida, seguiu para um hospital, onde afirmou ter tido a recém-nascida em casa, em parto natural. Exames bioquímicos mostraram que os resultados eram incompatíveis com o de uma mulher grávida.  A Polícia então foi chamada pela equipe médica do hospital. A suspeita chegou, inclusive, a manipular exames indicando que estaria grávida na tentativa de enganar os familiares.

A investigação efetuada pela polícia ainda indicou que Nataly procurou e manteve contato com outras mulheres grávidas. E que a vítima foi contactada pelo whatsapp, em um grupo que realizava entre as integrantes, troca de itens de bebê e doações. A grávida de nove meses foi atraída pela suspeita com a promessa de que ela daria roupas para a bebê de Emelly.

Nataly, ainda segundo a polícia, tinha três filhos e queria uma menina. Ela já havia feito laqueadura.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Caso Emilly

Sobre participação de três homens na morte de Emelly: “Não é que existem provas fracas em relação a eles, é que não existe nada em relação a eles”, afirma promotor

3 de abril de 2025
Caso Emilly

Família de Emelly pede por justiça; ato ocorreu no Parque das Águas

22 de março de 2025
Caso EmillyPolícia

Crime bárbaro: Polícia Civil encontra corpo de grávida, que teve o bebê retirado da barriga pelos acusados, enterrado em cova rasa, em Cuiabá

13 de março de 2025
Caso Emilly

Advogado pede exame de sanidade mental para acusada de matar grávida e retirar bebê; VEJA VÍDEO

16 de março de 2025
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?