Ao utilizar o nosso site, Você concorda com a nossa Politica de Privacidade e com os nossos Termos de Uso.
Concordo
OpiniãoMTOpiniãoMTOpiniãoMT
  • Início
  • Artigos
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Nosso PolCast
Leia: Preço da carne subiu 20,84% em 2024 e tem maior alta desde 2019, diz IBGE
Compartilhar
Notification
OpiniãoMTOpiniãoMT
  • Brasil
  • Cuiabá
  • Curiosidades
  • Diversão e Arte
  • Economia
  • Polícia
  • Política
  • Tech
  • Nosso PolCast
Siga-nos
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
© 2024 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados.
Destaques
Mulher na Colômbia fica grávida de dois homens ao mesmo tempo
Governo gastará R$ 4,5 milhões do dinheiro público para organizar acervo particular de Lula
STF forma maioria para manter prisões de ex-presidente do BRB e advogado
Haroldo Arruda critica falas políticas de ministros e afirma: “Brasil precisa confiar em quem julga”; VEJA VÍDEO
Golpes de capacete em briga de bar levam à morte de homem e indiciamento de mulher em Mato Grosso

25 de abril de 2026 03:22

Ad imageAd image
OpiniãoMT > Blog > Economia > Preço da carne subiu 20,84% em 2024 e tem maior alta desde 2019, diz IBGE
Economia

Preço da carne subiu 20,84% em 2024 e tem maior alta desde 2019, diz IBGE

Aumento de 20,84% no preço da carne bovina em 2024 é destaque na inflação de alimentos, com cortes populares registrando altas expressivas.

última atualização: 10 de janeiro de 2025 14:04
Redação OPMT
Compartilhar
3 Minutos de Leitura
Preço da carne subiu 20,84% em 2024 e tem maior alta desde 2019, diz IBGE
Compartilhar

O preço da carne bovina no Brasil registrou um aumento de 20,84% em 2024, conforme dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (10). Esse reajuste coloca a carne como um dos itens de maior impacto na inflação de alimentos no país, que atingiu 7,69% neste ano.  

Histórico do preço da carne bovina

O aumento no preço da carne bovina em 2024 representa o maior registrado desde 2019, quando houve um salto de 32,4%. Esse incremento reflete a instabilidade do mercado ao longo dos últimos anos. Durante a pandemia de Covid-19 em 2020, por exemplo, o preço da carne subiu 17%, impulsionado pelas dificuldades econômicas causadas pelas restrições sanitárias.  

Nos anos seguintes, o cenário apresentou variações. Em 2021, o reajuste médio foi de 8,45%, enquanto em 2022 desacelerou para 1,8%. Já em 2023, a carne bovina apresentou queda de 9%, influenciada pela interrupção temporária das importações pela China, principal compradora da proteína brasileira. Essa pausa gerou um excedente no mercado interno, reduzindo os preços temporariamente.  

De acordo com o IBGE, a carne bovina foi responsável por 0,52 ponto percentual da inflação de alimentos, que acumulou alta de 7,69% em 2024. Os cortes mais nobres, como picanha (8,7%) e filé-mignon (18,5%), registraram aumentos consideráveis. Contudo, o impacto foi ainda mais significativo em cortes populares.  

Principais altas nos cortes de carne: 

– Contrafilé: 20,1%;

– Peito: 20,2%; 

– Alcatra: 21%;

– Costela: 21,3%;  

– Lagarto: 22,8%;  

– Pá: 22,9%;  

– Patinho: 24,1%; 

– Acém: 25,2%.  

Esses reajustes foram sentidos diretamente pelos consumidores, especialmente os que dependem de cortes mais acessíveis para compor a alimentação diária.  

Com o aumento expressivo no preço da carne bovina, muitas famílias têm buscado alternativas mais econômicas para substituir a proteína em suas refeições. A substituição por carne de frango, suína ou ovos tem sido uma tendência crescente, especialmente entre os consumidores de menor poder aquisitivo.  

Além disso, o impacto na inflação de alimentos contribuiu para aumentar o custo de vida, reduzindo o poder de compra da população. Esse cenário levanta preocupações quanto à segurança alimentar em um contexto de desaceleração econômica.

Compartilhe este Conteúdo
Facebook Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Copy Link Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também vai gostar de ver

Bitcoin bate novo recorde e ultrapassa US$ 125 mil em outubro
Economia

Bitcoin bate novo recorde e ultrapassa US$ 125 mil em outubro

5 de outubro de 2025
Pesquisa: 30% dos brasileiros já fizeram empréstimos para pagar apostas online
Economia

Pesquisa: 30% dos brasileiros já fizeram empréstimos para pagar apostas online

26 de setembro de 2024
Banco BMG firma acordo com INSS para devolver dinheiro de beneficiários lesados
Economia

Banco BMG firma acordo com INSS para devolver dinheiro de beneficiários lesados

31 de outubro de 2025
INSS suspende novos consignados do C6 Bank após suspeita de irregularidades
Economia

INSS suspende novos consignados do C6 Bank após suspeita de irregularidades

17 de março de 2026
OpiniãoMT
  • Contato
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
Facebook Twitter Youtube Instagram Rss
Receba Novidades
© 2025 OpiniãoMT. Todos os Direitos Reservados. Site Desenvolvido por Fábrica de Artigos.
adbanner
Bem vindo ao Opinião MT!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?