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Leia: Policial Penal é preso em flagrante por tentar entrar em Penitenciária com celulares escondidos em caixa de bombom
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OpiniãoMT > Blog > Polícia > Policial Penal é preso em flagrante por tentar entrar em Penitenciária com celulares escondidos em caixa de bombom
Polícia

Policial Penal é preso em flagrante por tentar entrar em Penitenciária com celulares escondidos em caixa de bombom

última atualização: 12 de dezembro de 2024 09:40
Jornalista Mauad
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4 Minutos de Leitura
Foto: Reprodução
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*Sêmia Mauad/ Opinião MT

O policial penal Márcio de Figueiredo foi detido em flagrante pela Polícia Civil quando tentava entrar no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemons Dantas, em Várzea Grande. Ele levava dentro de uma caixa de bombom vários aparelhos celulares que seriam entregues a presos. A ação da polícia ocorreu na última quinta-feira, dia 12 de dezembro, durante Operação Iscariotes.

Foto: Reprodução

A investigação da polícia apontou que o acusado levava celulares, mas também drogas para dentro do presídio sob o comando de uma facção criminosa. O servidor que recebe salário de R$ 17,951 mil reais já tinha um mandado de prisão em aberto.

A polícia afirma que os celulares entregues aos faccionados serviriam para decretar assassinatos de dentro da unidade prisional.

Foto: Reprodução

Os policiais descobriram durante investigação que, o servidor teria, inclusive, sido cobrado por um dos bandidos sobre prestação de contas dos entorpecentes vendidos pela organização criminosa dentro do complexo prisional. No dia sete de março deste ano, o agente prisional chegou a dizer a um dos faccionados, que ele estava no plantão, e na “atividade”, e reforçou durante a troca de mensagens que faria “um corre” de três quilos de maconha e entrega de telefones celulares a membros da facção.

O policial penal, de acordo com a investigação, ainda contribuía com o acesso dos presos à internet, e que mantinha acordo que lhe renderia 10% dos valores advindos de crimes de estelionato, como golpes praticados na OLX, por exemplo. A taxa paga a ele era denominada como “taxa do roteador”.

O policial penal vai responder na justiça pelos crimes de tráfico de drogas, corrupção passiva, introdução ilegal de celulares na unidade e organização criminosa.

A OPERAÇÃO ISCARIOTES

A Operação Iscariotes contou com o cumprimento de mandados de prisões, buscas e apreensões nas cidades de Várzea Grande, Cuiabá, Sinop e Sorriso. As ordens judiciais foram decretadas pela Quinta Vara Criminal de Combate ao Crime Organizado, do município de Sinop.

A Polícia Civil pediu que fossem incluídos outros três presos que cumprem pena em unidades prisionais na região metropolitana de Cuiabá.

A operação foi coordenada pelo delegado Bruno França.

COMO A INVESTIGAÇÃO TEVE INÍCIO

A investigação que levou a Operação Iscariotes teve início no crime de homocídio de Kelvin Santos Fernandes, de 20 anos, que foi localizado em trilha de mata, no dia 6 de março, deste ano. A vítima foi encontrada com ferimentos perto do coração. Ele teria sido executado por três integrantes do núcleo da organização criminosa.

O trabalho da equipe da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso identificou a participação de 18 pessoas da organização criminosa. Cada uma delas teria funções definidas ligadas inclusive a execução de crimes como entrada de celulares nos presídios e transações financeiras ligadas ao tráfico de entorpecentes.

A ação policial contou com a participação da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

Foto: Reprodução

 

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