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7 de março de 2026 05:30

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OpiniãoMT > Blog > Saúde > Consumo de álcool no Brasil provoca 12 mortes por hora, diz estudo
Saúde

Consumo de álcool no Brasil provoca 12 mortes por hora, diz estudo

Estudo da Fiocruz aponta que o consumo de álcool causa 12 mortes por hora no Brasil e gera custo de R$ 18,8 bilhões ao sistema de saúde e à economia.

última atualização: 5 de novembro de 2024 17:31
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Consumo de álcool no Brasil provoca 12 mortes por hora, diz estudo
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O consumo de álcool no Brasil tem impactado diretamente a saúde pública e a economia, gerando 12 mortes por hora e custos significativos. Um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou os impactos financeiros e sociais relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas, evidenciando o peso dessa questão para o país.

Impacto do consumo de álcool na mortalidade

O estudo, intitulado “Estimação dos Custos Diretos e Indiretos Atribuíveis ao Consumo de Álcool no Brasil”, revela que, em 2019, o consumo de bebidas alcoólicas foi responsável por aproximadamente 104,8 mil mortes no Brasil, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Homens representam a maioria das vítimas, com 86% das mortes, enquanto as mulheres correspondem a 14%. Entre os homens, o álcool está associado principalmente a doenças cardiovasculares, acidentes e violência. Para as mulheres, o consumo de álcool tem sido fortemente relacionado a doenças cardiovasculares e a diversos tipos de câncer.

Além do impacto em vidas humanas, o consumo regular de álcool impõe um peso financeiro significativo. Em 2019, o Brasil registrou um custo total de R$ 18,8 bilhões devido ao consumo de álcool, segundo o estudo da Fiocruz. Desse montante, 78% (equivalente a R$ 37 milhões) referem-se aos homens e 22% (R$ 10,2 milhões) às mulheres. 

Dentro desse custo, cerca de R$ 1,1 bilhão foi direcionado aos custos federais diretos, que incluem hospitalizações e tratamentos ambulatoriais no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Os restantes R$ 17,7 bilhões correspondem aos custos indiretos, como perda de produtividade causada por mortalidade precoce, aposentadorias antecipadas e licenças médicas decorrentes de doenças associadas ao consumo de álcool.

Busca por atendimento precoce pelas mulheres

A pesquisa sugere que as mulheres, embora consumam menos álcool que os homens, buscam atendimento médico de forma mais precoce, o que se reflete na quase paridade dos custos ambulatoriais entre os gêneros. Nilson aponta que as mulheres são responsáveis por quase metade dos atendimentos ambulatoriais ligados ao álcool, o que evidencia sua maior preocupação com a saúde e o monitoramento regular.

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