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Leia: Ministério do Trabalho inclui o cantor Leonardo na “lista suja do trabalho escravo”
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7 de março de 2026 06:45

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OpiniãoMT > Blog > Brasil > Ministério do Trabalho inclui o cantor Leonardo na “lista suja do trabalho escravo”
Brasil

Ministério do Trabalho inclui o cantor Leonardo na “lista suja do trabalho escravo”

Leonardo é incluído na lista de trabalho escravo após fiscalização em sua fazenda, onde seis trabalhadores foram encontrados em condições degradantes.

última atualização: 7 de outubro de 2024 15:28
Redação OPMT
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3 Minutos de Leitura
Ministério do Trabalho inclui o cantor Leonardo na "lista suja do trabalho escravo"
O relatório do MTE apontou diversas irregularidades na fazenda do cantor Leonardo. Imagem: Redes Sociais.
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O cantor sertanejo Leonardo, cujo nome verdadeiro é Emival Eterno da Costa, teve seu nome adicionado à chamada “lista suja do trabalho escravo”, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A inclusão ocorreu após uma fiscalização realizada em sua propriedade, a Fazenda Talismã, localizada no interior de Goiás. A situação envolve denúncias de que trabalhadores estariam vivendo em condições análogas à escravidão.

Leonardo e a inclusão na lista suja do trabalho escravo do MTE

Nesta segunda-feira (7), o nome de Leonardo foi inserido na lista do MTE, uma ferramenta que expõe empregadores envolvidos em práticas de exploração de trabalho escravo ou condições degradantes de trabalho. O documento, atualizado semestralmente, atualmente conta com 727 empregadores. No último levantamento, foram incluídos 76 novos nomes, entre eles o do cantor, após a constatação de irregularidades em sua propriedade rural.

A inclusão de Leonardo na lista ocorreu após uma fiscalização realizada em novembro de 2023, na Fazenda Talismã, localizada no município de Jussara, interior de Goiás. A propriedade, avaliada em cerca de R$ 60 milhões, é utilizada tanto para atividades agrícolas como para lazer. Durante a fiscalização do MTE, seis trabalhadores, incluindo um adolescente de 17 anos, foram encontrados em condições descritas como degradantes.

Condições de trabalho encontradas

O relatório do MTE apontou diversas irregularidades na fazenda do cantor. Segundo o documento, os trabalhadores estavam vivendo em uma casa abandonada, sem acesso à água potável ou instalações sanitárias adequadas. 

As camas utilizadas pelos funcionários eram improvisadas, feitas com tábuas de madeira e galões de agrotóxicos. O local também apresentava um alto nível de insalubridade, com a presença de insetos e morcegos, além de um odor insuportável descrito como “fétido”.

As condições encontradas na Fazenda Talismã foram classificadas como “escravidão contemporânea” pelo MTE. No Brasil, o conceito de trabalho análogo à escravidão é mais amplo e inclui não apenas a exploração física dos trabalhadores, mas também condições de trabalho indignas, como jornadas exaustivas, condições de trabalho insalubres e a violação dos direitos humanos básicos, como acesso à água potável e moradia adequada.

A defesa de Leonardo

Após a inclusão de seu nome na lista, a assessoria do cantor Leonardo divulgou uma nota esclarecendo sua posição. Segundo a equipe do sertanejo, a área onde as irregularidades foram encontradas estava arrendada para terceiros, que estariam utilizando o espaço para o cultivo de soja. 

Ainda segundo a nota, Leonardo não tinha conhecimento das condições de trabalho a que os funcionários estavam submetidos, e o caso já teria sido julgado pelas autoridades competentes.

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